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17/09/2007 - 15h10

Entrevista de emprego: cuidado com a linguagem não verbal

SÃO PAULO - O ser humano se comunica a todo o momento, mesmo sem abrir a boca. Isso porque, além da linguagem verbal, ainda existe a não verbal, que diz respeito aos sons, toques e movimentos que podem dizer muito mais que as palavras.

Em situação que as pessoas estão deslocadas de seu ambiente natural, ou seja, não estão entre amigos e familiares, é normal que utilizem mais a linguagem não verbal, como o que acontece nas entrevistas e dinâmicas de emprego. Mas neste momento, é preciso muita atenção a todas as atitudes tomadas, principalmente aos mínimos detalhes.

Expressão é fundamental
As pessoas que chegam à entrevista estão fora de seu ambiente e, por isso, estão certas se ficarem por mais tempo quietas. Falar muito pode incomodar, mas fazer caretas e se mostrar sério o tempo todo, também.

O entrevistador se sentirá mais confortável com quem conseguir transmitir uma emoção positiva, não sorrindo a todo o momento, mas sendo simpático e educado. Além disso, mostre segurança e não nervosismo.

Atente à postura
O candidato deve ficar à vontade, o que não significa sentar de qualquer jeito. O melhor será deixar a coluna ereta. Evite posições denominadas de fechamento: braços e pernas cruzadas, os quais demonstraram que você está fechado para novas oportunidades.

Para que as mãos não fiquem perdidas, descanse-as no colo. Outro ponto que deve ser observado são os gestos. Não gesticule de maneira exagerada, o que pode mostrar descontrole e nervosismo.

Movimentos entregam
Alguns movimentos feitos com o corpo entregam a situação em que está vivendo e como está se sentindo. Bater os dedos na mesa, balançar muito as pernas, quebrar palitos e rasgar folhas são sinais de desconforto e nervosismo.

Nas entrevistas de emprego, se não conseguir se acalmar, pelo menos não demonstre tão claramente seu estado. Para isso, tente se controlar e mantenha-se sem movimento quando não for preciso.

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