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27/07/2006 - 13h51
Como preparar seu filho para a volta às aulas

Da Redação
Em São Paulo


A partir de segunda-feira (31/07), começam as aulas em grande parte das escolas públicas e particulares do país. Muitos pais terão trabalho redobrado para colocar seus filhos no ritmo. Para ajudá-los nesta tarefa, o UOL Educação ouviu as dicas de Rosane Schiller, psicóloga do colégio Santo Américo, na zona sul de São Paulo, sobre como lidar com os pequenos da educação infantil.

Para evitar problemas na hora de acordar, os pais devem fazer a criança despertar no horário escolar uma semana antes da volta às aulas. Outros preparativos -como experimentar o uniforme e preparar a mochila com o material escolar- também devem ser antecipados para servir de estímulo ao aluno.

Para a psicóloga, os pais devem pedir aos filhos que digam como imaginam a escola e contar tudo o que sabem sobre os primeiros dias na saída de aula. "Não é adequado tentar enganar a criança, dizendo que tudo vai ser maravilhoso e que os amigos e a professora são ótimos".

Schiller lembra que a criança pode apresentar uma certa regressão nos primeiros dias de aula. "É comum que ela peça aos pais para ajudá-la a desenvolver tarefas que já sabe fazer sozinha, como forma de retardar a separação", explica.

Adaptação
As crianças que vão à escola pela primeira vez este ano devem ser acompanhados por alguém que tenha disponibilidade para ficar um pouco na escola e acompanhar sua adaptação. "O ideal é ir sem pressa, confiante e com disposição para participar desse momento que o filho está vivendo".

Na opinião de Paula Bacchi, orientadora educacional do Colégio Santa Maria, em São Paulo, o contato com outros pais que estão passando pela mesma situação de expectativa facilita a adaptação. "Uma boa dica é participar de atividades extra-curriculares propostas pela escola".

Depois das aulas, é saudável que os pais se mostrem interessados pelas novidades que a criança tem para contar. "Há aquelas que preferem não relatar os fatos ocorridos. Nesses casos, o melhor é respeitar a recusa", aconselha.

É possível que algumas crianças apresentem comportamentos inesperados em casa, como choro, perda de sono e apetite, manipulação e mordidas.

Nestes momentos, Bacchi recomenda que os pais tenham paciência e procurem transmitir segurança e apoio.






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