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PNAD

Pesquisa Nacional
por Amostra de Domicílios

Pesquisa feita em domicílios do país para coletar dados como migração,
educação, rendimento, trabalho infantil e fecundidade, entre outros

  • Imagem: PNAD
08/09/2010 - 10h00

Região Norte foi onde o desemprego mais cresceu em 2009, diz IBGE

Carlos Iavelberg
Do UOL Economia
Em São Paulo

O Norte foi a região do país na qual a taxa de desemprego mais cresceu em 2009, ano de crise financeira internacional e de estagnação da economia brasileira, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o desemprego no Norte do país passou de 6,5% (2008) para 8,6% (2009), um aumento de 3,1 pontos percentuais.

No mesmo período, a média de desemprego no Brasil subiu 1,2 ponto percentual, passando de 7,1% para 8,3%.

No estudo, o IBGE mediu apenas o desemprego aberto, ou seja, quem procurou emprego na semana da realização do estudo (20 a 26 de setembro de 2009) e não exerceu nenhum tipo de trabalho -remunerado ou não- no mesmo período.

Quem não procurou emprego ou fez algum bico na semana não conta como desempregado para a Pnad.

O aumento do desemprego na região Nordeste também ficou acima da média nacional: 7,5% (2008) para 8,9% (2009), ou seja, variação positiva de 1,4 ponto percentual.

A região que registrou o menor aumento do desemprego foi a Centro-Oeste, onde a taxa variou de 7,5% para 7,9% (alta de 0,4 ponto percentual).

O Sudeste foi a região que anotou a maior taxa de desemprego nacional: 8,9% (2009) contra 7,8 (2008), alta de 1,1 ponto percentual.

O Sul, por sua vez, foi a região que registrou a menor taxa de desemprego no ano passado (6%). Em 2008, esse índice foi de 4,9%, alta de 1,1 ponto percentual.

Ocupação
Segundo a Pnad, mais da metade dos trabalhadores eram empregados (que trabalha para um empregador). Em 2009, 58,6% dos brasileiros se enquadravam nesta categoria, mesmo índice observado no ano anterior.

O índice de pessoas que trabalham por conta própria subiu de 20,2% (2008) para 20,5% (em 2009). No mesmo período, os trabalhadores domésticos passaram de 7,2% para 7,8%.

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