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05/03/2010 - 16h05

Ban Ki-moon diz que ONU está pronta para ajudar o Chile

Da EFE
Em Santiago (Chile)

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse hoje em Santiago estar comovido pela "coragem e resistência do povo chileno" e anunciou que a ONU está pronta para entregar "ajuda imediata" para enfrentar os efeitos do devastador terremoto do sábado passado.

"Estamos prontos para entregar qualquer ajuda imediata ou de longo prazo que requeira o Governo do Chile," afirmou Ban, que foi recebido no aeroporto pelo chanceler, Mariano Fernández, e a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), Alicia Bárcena.

Ban se reunirá ainda hoje com a presidente chilena, Michelle Bachelet, e com o líder eleito, Sebastián Piñera, e amanhã visitará as regiões devastadas no sul do país.

"Me comove ver a forte coragem e resistência do povo chileno," afirmou Ban.

Essa visita tem por objetivo expressar a solidariedade da ONU com o povo chileno, após o terremoto de 8,8 graus que castigou o país em 27 de fevereiro e ver pessoalmente os danos em Concepción e Talcahuano, as duas cidades mais devastadas.

"O Chile foi extraordinariamente generoso em ajudar o Haiti quando foi necessário. Agora é o momento de as Nações Unidas e a comunidade internacional apoiarem o Chile e seu povo", declarou.

Ban elogiou a presidente chilena "por sua liderança na resposta ao desastre, assim como pela estreita coordenação que teve com o presidente eleito, Sebastián Piñera", ressaltou um comunicado oficial.

Ele também se reunirá com as autoridades responsáveis pela ajuda humanitária de emergência e a desastres naturais.

O secretário-geral das Nações Unidas sustentará, posteriormente, uma reunião com Piñera, que assumirá a Presidência do Chile no dia 11 de março.

Ban visitará também uma ONG fundada pela Igreja Católica que está organizando grupos de jovens para se deslocarem à área devastada para construir casas temporárias a famílias afetadas pelo desastre.

Amanhã (6), Ban Ki-moon viajará para Concepción, a segunda maior cidade do Chile, situada a 515 quilômetros ao sul da capital, e ao porto de Talcahuano, que também foi seriamente afetado pela catástrofe.

Após visualizar "in loco" o impacto dos danos e se reunir com equipes de resgate e comunidades afetadas, Ban voltará a Santiago, onde terá um encontro com os funcionários das 22 agências das Nações Unidas que atuam no Chile.

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