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A cena é comum na entrada principal do Terminal Rodoviário governador Israel Pinheiro, centro de Belo Horizonte.

Aos gritos, homens ligados ao transporte clandestino anunciam as "linhas" alternativas. O passageiro recebe um cartão com o número do celular do agenciador para contatá-lo e saber em qual rua da região central ou até de bairros da cidade partirá a condução para cidades do interior de Minas.

No dia em que o UOL Notícias esteve no local, foram ofertados os municípios de Governador Valadares (Leste do Estado), Teófilo Otoni (Vale do Mucuri) e as cidades históricas de Ouro Preto e Mariana.

Segundo um dos homens que ofereciam as viagens, que não quis ser identificado, não há razão para pechinchar entre eles, porque existe uma cooperativa informal que determina preço das passagens para não haver concorrência. Um dos atrativos, de acordo com ele, é a diferença no valor cobrado pelo transporte regular e o clandestino.

Para Governador Valadares, a viagem regular custa R$ 63,25. Se for pelo ônibus pirata, o usuário pagaria R$ 40.

O percentual aumenta se o destino for a cidade de Teófilo Otoni. A viagem pela linha oficial custa R$ 87,60, ao passo que o transporte irregular sai por R$ 50. O cartão com o número do celular para contato ainda trazia mais nove localidades do interior de MG atendidas pelo agenciador.

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