Entenda como será escolhido o novo papa

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Cerimônia solene
O nome do papa
Ao ser eleito, o novo papa pode escolher livremente o nome pelo qual quer ser chamado durante o seu pontificado. No entanto, tradicionalmente, a escolha é pelo nome de um santo ou o de um papa anterior. Nem sempre foi assim. Os papas originalmente utilizavam a versão latinizada do seu nome de batismo, mas, desde 996, quando Gregório 5º, batizado de Bruno, alterou o seu nome, somente dois sumo pontífices não adotaram um novo nome papal.
João
Gregório
Bento
Clemente
Inocêncio

Título

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O mundo católico
Onde estão os cardeais que elegerão o papa
Europa
América do Norte
(exceto México)
América Latina
África
Ásia
Oceania
62
19
14
11
11
1
Europa
América
do Norte
América
Latina
Oriente Médio/Norte da África
África sub-Saariana
Ásia/Pacífico
8%
39.5%
23,9%
0,5%
16%
12%
Os papas ao longo da História
257 europeus
7 asiáticos
3 africanos
O Brasil tem 68,6% de católicos na sua população
País que mais elegeu papas, a Itália tem 83% da população de católicos
O pequeno Timor Leste é o país mais católico do mundo com 98% da população
Segundo a imprensa especializada, analistas e até casas de apostas europeias, alguns cardeais são mais cotados ao cargo de Santo Padre:

Marc Ouellet, 60

O cardeal canadense é atualmente prefeito da Congregação para Bispos do Vaticano. Considerado conservador, já foi alvo de polêmicas ao afirmar que o aborto, mesmo em caso de estupros, é "crime moral".

Peter Turkson, 63

O ganês é indicado como uma opção para a Igreja se fortalecer na África, onde o islamismo tem crescido. Deu declarações polêmicas ao rebater uma fala Ban Ki-Moon sobre leis anti-homofobia em Gana, dizendo que os direitos humanos defendidos para prisioneiros políticos não seriam os mesmos para os homossexuais.

Christof Schönborn, 70

Austríaco, é de linha liberal e conhecido por algumas declarações polêmicas ao longo dos anos, como supor que o celibato deveria ser revisto, criticar a atuação da Igreja nos escândalos de abuso sexual e defender que a relação homoafetiva deveria "ao menos ser respeitada" pela instituição.

Luis Tagle, 55

Arcebispo de Manila, nas Filipinas, o país mais católico da Ásia, onde a presença do islamismo tem sido cada vez maior. É centrista, com forte envolvimento em projetos sociais contra a pobreza. Foi um grande crítico do programa oficial filipino que garantiu acesso universal a métodos contraceptivos. Apresenta dois programas de televisão.

Angelo Scola, 71

O arcebispo de Milão é de linha centrista, considerado um erudito por alguns setores da Igreja. É presidente da fundação Oasis, um fórum para debate entre líderes do cristianismo e do islamismo, com o qual defende uma aproximação de respeito mútuo.

Timothy Dolan, 63

Arcebispo de Nova York, foi apontado pela revista Time como uma das cem pessoas mais influentes dos Estados Unidos. É bastante conservador em questões como homossexualidade e aborto.

Tarcisio Bertone, 78

Secretário de Estado do Vaticano, o italiano segue uma linha mais conservadora. Ficou conhecido por declarações polêmicas sobre pedofilia, quando criticou propostas de leis que obrigariam os bispos a denunciar padres envolvidos em casos de abuso sexual contra crianças.

Odilo Scherer, 63

Foi indicado por Bento 16 como arcebispo de São Paulo, a terceira maior arquidiocese do mundo. Segue uma linha conservadora e é crítico da Teologia da Libertação, pela afinidade com o marxismo. Em novembro de 2012 foi o centro de uma polêmica na PUC-SP, onde é grão-chanceler, quando escolheu o terceiro colocado de uma lista tríplice para a reitoria, o que acabou na invasão da reitoria pelos estudantes da universidade.

Gianfranco Ravasi, 70

Cardeal do Conselho Pontifício de Cultura da Itália, já chegou a defender a compatibilidade da teoria evolucionista com a Bíblia e disse que nem Darwin, nem sua obra A Evolução da Espécie foram condenados pela Igreja. É centrista e defende a aproximação com outras religiões e ateus.

Oscar Maradiaga, 70

Já foi porta-voz do Vaticano no FMI e Banco Mundial para negociar a dívida dos países pobres e é conhecido por seu envolvimento com movimentos sociais em Honduras. Foi apoiador de Zelaya no início de seu governo, mas depois passou a criticá-lo duramente pelo mau uso do dinheiro público.

Leonardo Sandri, 69

Antigo porta-voz de João Paulo II, está desde os anos 1970 longe da Argentina. É responsável pelas Igrejas Orientais e já chegou a afirmar que os cristãos estavam mais seguros no Iraque quando sob o regime de Saddam Hussein.

Fontes: Pew Research Center´s Forum on Religion & Public Life. Global Christianity, dez/2011 (atual. fev/2013). Assessoria de Imprensa da Santa Sé.

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