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Morreu Ruth Handler, criadora da boneca Barbie
09h34 - 28/04/2002






LOS ANGELES, 28 abr (AFP) - Morreu Ruth Handler, de 85 anos, a empresária que criou a popular boneca Barbie e co-fundou a Mattel, a maior empresa fabricante de brinquedos do mundo, informaram este domingo os órgãos de comunicação dos Estados Unidos.

O jornal Los Angeles Times informou, citando seu marido Elliot Handler, de 63 anos, que Ruth Handler morreu na véspera no Century City Hospital de Los Angeles, devido a complicações depois de uma operação de cólon realizada há uns três meses.

Nascida com o nome de Ruth Mosko, foi a 'caçula' de 10 filhos de imigrantes poloneses. Handler e seu marido se associaram com o desenhista industrial Harold Mattson para lançar sua empresa em 1945, com o nome Mattel, formada com "Matt" de Mattson e "El" de Elliot.

A companhia fabricou móveis para casas de bonecas, portaïretratos e outros produtos em uma garagem improvisada como oficina, mas em poucos anos o negócio se tornou rentável e começaram a fabricar brinquedos de forma exclusiva.

Ruth Handler revolucionou a indústria norte-americana do brinquedo em 1959, quando inventou a voluptuosa Barbie - busto volumoso, cintura de vespa e quadris estreitos - como alternativa para as bonecas tradicionais e sem busto que eram então vendidas. Handler botou na boneca o nome de Barbie tirado do apelido de sua própria filha, Barbara.

Com os anos, foram vendidas mais de 1 bilhão de Barbies em 150 países, segundo o Los Angeles Times.

A boneca não só se tornou o brinquedo mais vendido do mundo e um ícone cultural, como também alvo de críticas e desprezo de parte das feministas.

mas também

Ao longo dos anos, a Mattel tentou apaziguar as críticas, operando em Barbie uma evolução: de uma boneca meramente vestida à moda, passou a representar várias carreiras profissionais, desde médica, astronauta, oficial de polícia até candidata presidencial.

A companhia também tentou sem muito sucesso modificar nos últimos anos a esplendorosa figura da boneca, buscando aproximá-la um pouco mais do corpo da mulher comum.

Ruth Handler escreveu em sua autobiografia de 1994 que sempre viu Barbie não somente como um veículo para que as meninas canalizassem suas fantasias da vida adulta, mas como um meio para fazer coisas.

"Toda minha filosofia de Barbie era que, através da boneca, as meninas pudessem ser tudo aquilo que gostariam de ser", cita o Times um trecho do livro autobiográfico.

"Barbie sempre representou o fato de que uma mulher sempre tem opções", afirmou Handler.



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