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PFL na oposição ao futuro governo
16h53 - 31/10/2002




BRASILIA, 31 out (AFP) - A oposição ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva ganhou esta quinta-feira uma nova força, o Partido da Frente Liberal (PFL, direita), depois que o PSDB anunciou que vai fazer uma "oposição construtiva".

O PFL, que em março deixou o governo de coalizão de Fernando Henrique Cardoso, fará uma "oposição responsável, vigilante e guardiã das liberdades individuais e coletivas, na qual os interesses maiores do Brasil prevalecerão sempre", diz uma nota assinada pelo presidente do partido,senador Jorge Bornhausen.

Esta é a primeira vez nos últimos cinquenta anos que o PFL será oposição na política brasileira, já que sempre, tanto na ditadura (1964-84) como na democracia, ostentou importantes parcelas de poder.

Em março passado deixou a coalizão liderada por FH depois que sua candidata à presidência, Roseana Sarney, se viu submetida a uma investigação policial, que segundo ela foi instigada pelo candidato governista José Serra para impedir seu avanço nas pesquisas.

Tanto Roseana, como seu pai o ex-presidente José Sarney (1985-89) e o senador Antônio Carlos Magalhães, apoiaram Lula, em detrimento de Serra.

Ao passar à oposição, o PFL "pretende dar curso a importantes mudanças programáticas e estratégicas orientadas para a social-democracia", disse à AFP o cientista político Walder de Góes, que não descarta inclusive uma alteração de nome do partido e o abandono de personagens expressivas como Roseana Sarney.

Depois de felicitar Lula pela vitória de domingo, o PFL anunciou que continuará dando prioridade às grandes reformas, também assumidas publicamente pelo futuro presidente, segundo a nota.

Até agora só o PFL e o PSDB da coalizão de FH anunciaram que vão passar à oposição.

O PSDB decidiu terça-feira lutar "pela garantia e pelo aprofundamento das reformas empreendidas por seus governos, inclusive o saldo da dívida social".

O PFL, que perdeu 21 deputados nestas eleições, contará com 84 cadeiras e o PSDB terá 71, 28 menos do que na legislatura anterior.

Outro dos grandes partidos da coalizão de FH, o PMDB, um setor do qual apoiou Lula na eleição, está sendo objeto de desejo do PT para que integre o futuro governo.

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