Publicidade



:
China e Japão, cruzando a fronteira
Entrosada, defesa do Brasil não pode falhar contra o Paraguai, diz Parreira
Lucro da Eletrobrás cai 71% e fica em R$ 323 milhões em 2003
MSN reformula portal para brigar com Google e Yahoo!
'Scooby-Doo 2' lidera bilheterias dos EUA no fim de semana
Índia de Roraima vai à OEA contra governo brasileiro

Envie esta
notícia por email
Índice

Charles diz que o rei George III não era louco
16h28 - 26/01/2004


Londres, 26 jan (EFE).- O príncipe de Gales afirma em um documentário da BBC que o rei da Inglaterra George III, conhecido como o monarca louco que perdeu as colônias americanas, na verdade não era um demente, mas um doente.

O príncipe Charles da Inglaterra participou de um documentário sobre seu antepassado produzido pela cadeia pública britânica BBC, que será transmitido na próxima semana com o título "Até que ponto estava louco o rei George III?".

O monarca reinou no fim do século XVIII (1760-1789), época na qual a Grã-Bretanha perdeu suas posses além mar, e sofreu uma desordem de saúde hereditária conhecido como porfiria -uma série de anomalias nos glóbulos vermelhos.

O rei é lembrado entre os britânicos por sua loucura, que ganhou cores míticas em filmes como "A loucura do rei George", drama histórico de 1994 dirigido por Nicholas Hytner, no qual Nigel Hawthorne interpretava o papel do rei.

Considerado um dos responsáveis pela perda das Treze Colônias americanas, em 1811 se retirou da política por sua alegada doença mental e foi substituído por seu filho, o futuro George IV.

"Li os relatórios médicos e a correspondência do rei nos arquivos reais e acho que sim, que estava doente, mas não louco", disse o príncipe de Gales à televisão britânica.

Na entrevista, Charles da Inglaterra afirma que admirava George III porque se entregou a seu povo e "reinou em uma época de enorme agitação social, revolução industrial e terrível miséria provocada pelas guerras contra Napoleão".

"A história ocultou a realidade de George III", explicou o herdeiro ao trono de Inglaterra no documentário.

"Foi um dos soberanos mais entregues, cultos e incompreendidos.

Mergulhou nas artes e nas ciências; conhecia agricultura, astronomia, arquitetura, e colecionava livros, medalhas, pinturas e desenhos", acrescentou.

Curiosamente, o monarca do século XVIII parece ter muito em comum com Charles da Inglaterra por sua paixão pelo campo e seu interesse pela arquitetura.

"Costumava caminhar ele sozinho pelo campo em Windsor e Kew, falando com os vizinhos e fazendeiros, e tinha um interesse especial no bem-estar de cada trabalhador", disse Charles na entrevista.

Índice
LEIA SÓ
NOTÍCIAS DE:
Folha Online
UOL News
UOL Esporte
UOL Economia
UOL Tablóide
Mundo Digital
Veja Online
Vestibuol
UOL Diversão e Arte
UOL Música
Exame
BBC
The New York Times
Cox News Service
El País
Financial Times
Le Monde
Hearst Newspapers
The Boston Globe
TNYT News Service
USA Today
Consultor Jurídico
AFP Internacionais
AFP Negócios
AFP Esporte
AFP Diversão
Reuters Geral
Reuters Negócios
Reuters Esporte
Reuters Diversão
Lusa
UOL Rádios e TVs
UOL Corpo e Saúde
Notícias sobre o UOL
"© Agencia Efe". Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agencia Efe.