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Posella é novo candidato do PMDB ao governo de SP
19h03 - 19/08/2002


SÃO PAULO (Reuters) - A comissão executiva do diretório de São Paulo do PMDB nomeou nesta segunda-feira o deputado federal Lamartine Posella para substituir Fernando Morais na corrida ao governo paulista.

O escritor e jornalista Fernando Morais anunciou no início desta segunda-feira sua desistência em concorrer ao governo dizendo que não queria ser "um candidato laranja" e declarou apoio a Luiz Inácio Lula da Silva à presidência.

Posella, que é pastor evangélico, já foi deputado federal por duas vezes. Da primeira, entre 1997 e 1999, assumiu como suplente. Filiado ao PP, Posella mudou-se para o PPB em 1995 e juntou-se ao PMDB em fevereiro de 1999, logo após assumir seu segundo mandato de deputado.

A candidata a vice-governador continua sendo Alda Marco Antônio.

"Eu não queria ser um candidato laranja. Ser laranja ou não depende do candidato", disse Morais, ao comentar a renúncia.

"Não poderia fingir que eu era um candidato real se eu era um candidato meio virtual. Não poderia chegar na TV e enganar as pessoas", disse ele, ao ser informado pela executiva do partido no domingo que a prioridade nestas eleições é eleger o candidato ao Senado Orestes Quércia e que isso se refletiria na utilização do horário eleitoral gratuito.

"Se ele (Quércia) tivesse dito que a energia do partido estaria concentrada para a eleição de senador, eu estaria fora."

Com o apoio informal da ala quercista do PMDB ao PT na corrida presidencial, analistas vinham dizendo que a candidatura de Morais era apenas uma forma de alavancar o nome de Orestes Quércia na disputa por uma das duas vagas de São Paulo ao Senado.

Nas pesquisas eleitorais, Morais aparecia com apenas 1 por cento das intenções de voto para o governo.

SEM MÁGOA

Apesar da desistência, Morais disse que não estava rompendo sua relação com Quércia, quem conhece desde 1974, e nem iria deixar o partido, ao qual é filiado desde 1970.

"Não estou decepcionado porque decepção é uma questão pessoal e esta é uma questão meramente política", disse.

O comunicado da renúncia foi feito nesta manhã a Quércia por telefone. O candidato ao Senado teria lhe pedido mais tempo, coisa que Morais negou por já ter escrito a carta de renúncia.

Apesar de não ter rompido formalmente com Quércia, Morais disse que ainda não tem candidato ao Senado nem ao governo do Estado, mas vai votar em Lula e apoiar o candidato do PT.

"Vou ligar para o José Dirceu (presidente do PT) para ver como posso dar apoio à candidatura Lula", disse.

Morais pretende acabar um livro sobre a história da agência de publicidade W/Brasil, de Washington Olivetto, e encaminhar o projeto de um livro sobre o ex-senador Antônio Carlos Magalhães.

Escritor famoso -- autor, entre outros, de "A Ilha", "Olga", "Chatô, o Rei do Brasil" e "Corações Sujos" --, Morais foi secretário de Cultura do Estado.

(Por Vanessa Stelzer)



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