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Serra acusa procurador de fazer "jogada eleitoral" para o PT
13h34 - 16/09/2002


BRASÍLIA/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato à Presidência pela aliança governista, José Serra (PSDB-PMDB), classificou de "jogada eleitoral" a ação de improbidade administrativa que o procurador da República Luiz Francisco de Souza pretende mover contra empresários ligados a ele.

A ação de Luiz Francisco teria como foco central o empresário Gregório Marin Preciado, marido de uma prima de Serra e ex-sócio do candidato. Na ação, o procurador também cita Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil e ex-tesoureiro de campanhas de Serra.

Segundo notícias publicadas no final de semana pelos jornais "Folha de S. Paulo" e "Correio Braziliense", Serra não teria declarado à Justiça Eleitoral, nas campanhas anteriores, sua participação na empresa ACP, em sociedade com Preciado.

Nesta manhã, Serra disse que Luiz Francisco é militante do PT e ameaçou processá-lo. O candidato negou ter problemas em seu Imposto de Renda.

"Isso é uma jogada eleitoral. Esse é um procurador ligado ao PT, militante do PT, que agora está fazendo jogada eleitoral", disse Serra a repórteres no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, antes de embarcar para São Paulo.

Serra disse ainda que "isso é apenas um rumor eleitoral para beneficiar o candidato do PT".

"O Luiz Francisco é um militante do PT, foi filiado durante quatro anos, de carteirinha. É uma jogada eleitoral. É uma pessoa reconhecidamente parcial no seu trabalho e me admiro que se dê credibilidade a isso."

Segundo o procurador, as declarações de Serra "são uma palhaçada". Para Luiz Francisco, Serra pode ser processado por essas declarações.

"Fui militante do PT até 1993, em 1995 eu me desfiliei", disse o procurador à Reuters.

Luiz Francisco disse ainda que pretende entrar ainda nesta tarde com a ação contra os empresários ligados a Serra.

Serra falou a jornalistas nesta pela manhã, após visistar uma sinagoga em Botafogo e participar de uma cerimônia promovida pela comunidade israelita no Hotel Sheraton, em São Conrado.

(Por Cláudia Pires)



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