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Veterano do Golfo é preso sob suspeita de ser franco-atirador
16h28 - 24/10/2002


Por Mark Wilkinson

ROCKVILLE (Reuters) - Um veterano da Guerra do Golfo descrito como "100 por cento soldado" foi preso junto com um adolescente na quinta-feira, perto do local onde ocorreram os ataques do misterioso atirador de Washington, alimentando esperanças de que a onda de assassinatos que deixou dez mortos tenha acabado.

Os dois foram presos enquanto dormiam em um carro numa área rural de Maryland, e as autoridades encontraram um rifle Bushmaster calibre .223 no veículo. Todas as 13 vítimas do atirador (dez mortos e três feridos) foram atingidos por munição calibre .223.

Fontes do governo identificaram os homens como sendo o ex-soldado do exército norte-americano John Allen Muhammad, que serviu na Guerra do Golfo em 1991, e John Lee Malvo, 17. Os dois não foram imediatamente incriminados no caso do franco-atirador, mas Muhammad foi acusado de violar as leis norte-americanas sobre armas de fogo.

Eles estavam sendo levados para Baltimore, onde deporiam em um tribunal federal.

A prisão ocorre depois de uma caçada frustrante que envolveu mais de mil pessoas que perseguiam pistas falsas e verdadeiras.

"Estamos sendo muito, muito cautelosos", disse uma autoridade do Departamento de Justiça. "Mas parece bom. Estamos otimistas", afirmou.

O presidente George W. Bush recebeu um relatório das prisões e foi informado de que "há muitos indícios" que apontam os dois suspeitos como sendo responsáveis pelos ataques.

Os investigadores seguem pistas no Alabama, onde Malvo se envolveu em um caso de latrocínio em uma loja de bebidas no dia 21 de setembro, e no Estado de Washington, perto do local onde Muhammad servia durante a carreira militar e onde os dois detidos moravam no início do ano.

Muhammad se converteu ao islamismo e mudou seu nome, que era John Allen Williams, no ano passado. Ele foi descrito por um amigo também soldado como "muito competitivo". "Ele era 100 por cento soldado", disse a uma emissora de TV Randy Lyons, que serviu com Muhammad no Estado de Washington.

Fontes governamentais disseram que Muhammad não foi treinado para ser atirador de elite e trabalhava como mecânico.

O atirador, ou atiradores, têm atacado a esmo por três semanas, fazendo vítimas sem nenhum padrão de similaridade.

O franco-atirador se comunicou com as autoridades por telefone, cartas e através de uma carta de tarô simbolizando a morte, com os dizeres "Eu sou Deus".

A polícia não confirmou informações da imprensa de que o franco-atirador deixou pelo menos dois bilhetes nos locais dos crimes, pedindo o pagamento de dez milhões de dólares para parar com os ataques.



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