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Mortos em acidente com avião no Congo ultrapassam 100
10h55 - 10/05/2003


Por Dino Mahtani

KINSHASA (Reuters) - Oficiais do exército, da aviação, diplomatas ocidentais e um sobrevivente disseram que mais de 100 soldados e suas famílias morreram depois que a porta traseira de um avião de carga da era soviética abriu durante o vôo na República Democrática do Congo na noite de quinta-feira.

O ministro da Informação, Kikaya Bin Karubi, afirmou ter sido informado da morte de sete pessoas até agora.

"Eu estava dormindo quando ouvi as pessoas gritando", disse à Reuters o sobrevivente Prudent Mukalayi, no hospital geral de Kinshasa.

"Quando acordei, o piloto pediu que todos fôssemos para a frente do avião e éramos uns 40, mas as pessoas continuavam a morrer... houve apenas cerca de 20 sobreviventes."

Segundo ele, havia aproximadamente 200 pessoas a bordo, incluindo soldados com suas mulheres e filhos. O governo pediu uma investigação imediata.

De acordo com o ministro da Informação, a rampa do Ilyushin 76 abriu a uma altitude de 3.000 metros na quinta-feira. Outras informações dão conta de que o acidente de fato aconteceu a 10.000 metros.

"A Força Aérea e o exército estão investigando o problema. Queremos descobrir se tratou-se de um erro humano ou de um problema mecânico", disse o ministro à Reuters na noite sexta-feira.

Ele disse não ter idéia de quantas pessoas estavam a bordo do jato de construção russa, que levava soldados da capital, Kinshasa, para a segunda cidade da República Democrática do Congo, Lubumbashi.

Um forte esquema de segurança foi montado ao redor do hospital militar onde a maior parte dos sobreviventes está sendo mantida.

Um piloto militar congolês disse que muitas pessoas morreram. Segundo ele, integrantes da força policial pediram para entrar a bordo do avião no último momento, quando o avião já estava lotado.

Diplomatas ocidentais em contato com oficiais congoleses disseram acreditar que o número de mortos pode chegar a 180.

Os aviões no Congo não têm boa manutenção e os registros de segurança são terríveis. Em seu pior desastre, em 1996, um avião Antonov 32, também construído pelos russos, caiu sobre um mercado lotado em Kinshasa, logo depois de decolar. Pelo menos 350 pessoas morreram.



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