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Dois russos e um britânico ganham Nobel de Física
09h24 - 07/10/2003


Reuters
Vitaly Ginzburg foi um dos vencedores do Nobel de Física

Por Patrick McLoughlin

ESTOCOLMO, Suécia (Reuters) - Dois russos e um britânico que explicaram a natureza da matéria em temperaturas baixíssimas foram anunciados na terça-feira como os vencedores do Prêmio Nobel de Física deste ano.

Alexei Abrikosov e Anthony Leggett, os dois naturalizados norte-americanos, e o russo Vitaly Ginzburg, trabalharam em pesquisas que, entre outras aplicações, contribuíram para o desenvolvimento dos aparelhos de ressonância magnética, cujos antecipadores receberam o Nobel de Medicina na segunda-feira.

A Academia Real de Ciências da Suécia disse em um comunicado que a premiação era um reconhecimento para as teorias dos três pesquisadores sobre dois fenômenos da física quântica: a supercondutividade e a superfluidez.

Ginzburg, 87, dirige o grupo teórico do Instituto de Física P.N Lebedev, em Moscou, e Abrikosov, 75, trabalha no Laboratório Nacional Argonne, nos EUA. O britânico Leggett, 65, está na Universidade de Illinois, outra instituição norte-americana.

Abrikosov disse à Reuters ter dado início a seu trabalho 50 anos atrás, na União Soviética, em um mundo científico totalmente diferente do de hoje. À época, por exemplo, não existiam computadores.

"Nós três temos algo em comum: nossas descobertas foram feitas muitos anos atrás. Somos pessoas bastante velhas", afirmou o cientista.

"Trabalhamos a maior parte de nossas vidas em um mundo sem computadores." Os dois russos pesquisaram a supercondutividade.

Leggett formulou uma teoria "decisiva" para explicar como os átomos se comportavam e se ordenavam no estado de superfluidez, afirmou a Academia do Nobel.

Os três cientistas receberão, entre outras coisas, um cheque de 10 milhões de coroas suecas (1,3 milhão de dólares), dinheiro a ser dividido entre eles.

Ginzburg disse que dará sua parte em dinheiro do prêmio para seus bisnetos. "Um jogador de tênis pode ganhar essa quantia com apenas um jogo. Para mim, é claro, é uma quantia enorme, como o é para qualquer um na Rússia que não seja um escroque ou um magnata."

Os prêmios Nobel, distribuídos pela primeira vez em 1901, foram criados em testamento pelo industrial sueco Alfred Nobel, inventor da dinamite e morto em 1896.



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