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No dia da Aids, Vaticano defende postura contrária à camisinha
13h12 - 01/12/2003


Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O Vaticano defendeu na segunda-feira sua polêmica posição de rejeição ao uso de preservativos, afirmando que a fidelidade, a castidade e a abstinência sexual são as melhores armas para deter a disseminação da Aids em uma "sociedade pansexual".

Um importante cardeal divulgou um comunicado de cinco páginas no Dia Mundial de Luta contra a Aids para defender a postura do Vaticano, criticada por vários seguimentos da sociedade.

Em uma mensagem dirigida aos católicos, o cardeal Javier Lozano Barragán, presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral no Campo da Saúde, pediu um esforço renovado para fazer com que as pessoas mudem seu estilo de vida.

"Temos de apresentar isso como o principal meio de prevenir de forma efetiva a contaminação e a disseminação da Aids, já que o fenômeno da Aids é uma patologia do espírito", afirmou.

A Igreja Católica opõe-se aos métodos contraceptivos artificiais, como a camisinha, cujo uso, segundo argumenta, promoveria a promiscuidade.

A mensagem de cinco páginas falou sobre a "importância de respeitar os valores religiosos e morais da sexualidade e do matrimônio, ou seja, a fidelidade, a castidade e a abstinência".

Barragán, nascido no México, convidou "todo mundo a aumentar as medidas de prevenção segundo a doutrina da Igreja, a praticar a virtude da castidade em uma sociedade pansexualista".

Segundo o cardeal, as campanhas de combate à Aids deveriam ser baseadas em "valores humanos e espirituais autênticos em favor de uma cultura de vida e de amor responsáveis."

Em uma referência clara aos preservativos, o cardeal disse que as campanhas informativas não deveriam "se basear em políticas que incentivam estilos de vida e comportamentos imorais e hedonistas, favorecendo a disseminação do mal".



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