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Morte de Osama bin Laden

EUA confirmam morte de líder da rede terrorista Al Qaeda

  • Imagem: AFP

Repercussão da morte de Osama bin Laden

Confira a repercussão entre autoridades mundiais sobre a morte do líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden

  • Hillary Clinton, secretária de Estado norte-americana

    Hillary Clinton, secretária de Estado norte-americana

    A secretária de Estado americana Hillary Clinton disse que a "justiça foi feita" ao comentar a morte de Osama bin Laden. O líder da rede terrorista Al Qaeda foi morto em uma operação militar na cidade de Abbottabad, no Paquistão. "Meus pensamentos e orações aos familiares das vítimas dos ataques, pessoas inocentes, a maioria delas muçulmanos, alvos de Bin Laden em mesquitas, estaçoes de metro e aviões. Esses nao foram ataques apenas contra a américa, mas contra o mundo", disse Clinton ao iniciar seu pronunciamento.

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  • George W. Bush, ex-presidente dos EUA

    George W. Bush, ex-presidente dos EUA

    "Essa importante realização marca uma vitória para a América, para as pessoas que buscam a paz ao redor do mundo e para todos aqueles que perderam seus entes queridos em 11 de setembro de 2001", disse Bush.

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  • Michael Bloomberg, prefeito de Nova York

    Michael Bloomberg, prefeito de Nova York

    O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, disse esperar que a morte de Bin Laden traga algum tipo de conforto aos familiares e amigos das vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001. "Os nova-iorquinos esperaram quase 10 anos por essa notícia", disse Bloomberg, em um comunicado. "A morte de Osama bin Laden não diminui o sofrimento que os nova-iorquinos e dos americanos experimentaram em suas mãos, mas é uma vitória de importância crucial para a nossa nação - e um tribuno aos milhões de homens e mulheres em nossas forças armadas e em outros lugares que lutaram de maneira tão árdua pela nossa nação", disse.

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  • Bill Clinton, ex-presidente dos EUA

    Bill Clinton, ex-presidente dos EUA

    "Este é um momento profundamente importante, não apenas para as famílias daqueles que perderam suas vidas no 11 de Setembro e nos outros ataques da Al-Qaeda, mas para as pessoas em todo o mundo que desejam construir um futuro comum de paz, liberdade e cooperação para os nossos filhos", disse Clinton. Clinton também elogiou a equipe de segurança e o membros das Forças Armadas americanas por "trazerem Bin Laden à Justiça" depois de mais de uma década de "ataques criminosos da Al-Qaeda".

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  • Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores do Brasil

    Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores do Brasil

    O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, elogiou nesta segunda-feira (2) a ação de forças norte-americanas, que no domingo (1) mataram o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden, no Paquistão. Foi a primeira manifestação de um membro do governo brasileiro sobre o fim do homem mais procurado do mundo. "[A morte de Bin Laden] é um desenvolvimento que não deixa de ser uma distensão importante e positiva no momento em que o mundo árabe se manifesta por mais liberdade de expressão", disse o ministro.

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  • Nicolas Sarkozy, presidente da França

    Nicolas Sarkozy, presidente da França

    A França elogia a tenacidade dos Estados Unidos depois da morte de Osama Bin Laden, afirmou, em um comunicado, o presidente francês Nicolas Sarkozy, que classificou a notícia de "marco na luta mundial contra o terrorismo"

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  • David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido

    David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido

    O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que a notícia da morte de Bin Laden vai trazer "grande alívio" às pessoas ao redor do mundo e lembrou que os ataques liderados por ele "custaram milhares de vidas, muitas delas britânicas".

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  • Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico

    Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico

    "É um êxito notável, mas sabemos que a luta contra o terrorismo e a ideologia que Bin Laden representa continua e segue sendo urgente", disse Blair.

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  • Vaticano

    Vaticano

    O líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, terá de responder a Deus por ter matado muitas pessoas e explorado a religião para espalhar o ódio, disse o Vaticano. O padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, disse que embora os cristãos "não se alegrem" com a morte de Bin Laden, este fato serve para lembrá-los da "responsabilidade de cada pessoa perante Deus e homens". "Osama bin Laden, como todos sabem, tinha a grave responsabilidade de ter espalhado divisão e ódio entre as pessoas, causando mortes de um incontável número de pessoas e explorando a religião com esses objetivos", disse ele.

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  • Binyamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel

    Binyamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel

    Netanyahu disse que a notícia representa um "triunfo retumbante". "Este é um triunfo retumbante para a Justiça, a liberdade e os valores compartilhados por todas as nações democráticas que lutam ombro a ombro com determinação contra o terrorismo", afirmou.

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  • Shimon Peres, presidente de Israel

    Shimon Peres, presidente de Israel

    Peres manifestou em declarações à rádio pública "Voz de Israel", que a operação na qual bin Laden morreu "é um grande conquista para o sistema de segurança dos EUA, para o presidente Obama e o mundo livre".

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  • Autoridade Palestina

    Autoridade Palestina

    "Se livrar de Bin Laden é bom para a causa da paz mundial, mas o que conta é superar o discurso e os métodos --os métodos violentos-- que foram criados e encorajados por Bin Laden e outros no mundo", disse o porta-voz da Autoridade Palestina, Ghassan Khatib.

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  • Hamid Karzai, presidente do Afeganistão

    Hamid Karzai, presidente do Afeganistão

    O presidente afegão Hamid Karzai afirmou que Osama Bin Laden pagou por seus atos e que a morte de Bin Laden no Paquistão prova que o terrorismo não tem origem no Afeganistão.

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  • Ismail Haniyeh, líder do movimento palestino Hamas

    Ismail Haniyeh, líder do movimento palestino Hamas

    O chefe de Governo do movimento radical palestino Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh, condenou a morte de Osama bin Laden. "Condenamos o assassinato de qualquer mujahedin (combatente islâmico) e de qualquer indivíduo, muçulmano ou árabe. Pedimos a Deus que dê sua misericórdia", declarou Haniyeh à imprensa em Gaza. "Se esta notícia é verdade, pensamos que se trata da continuidade da política de opressão americana baseada no derramamento de sangue dos árabes e dos muçulmanos", completou.

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  • John Boehner, líder da Câmara dos Representantes dos EUA

    John Boehner, líder da Câmara dos Representantes dos EUA

    "Esta é uma grande notícia para a segurança do povo americano e uma vitória em nossa contínua luta contra a Al-Qaeda e o extremismo ao redor do mundo", afirmou Boehner. "Nós continuamos a enfrentar uma ameaça terrorista complexa e em evolução, e é importante que continuemos vigilantes em nossos esforços para confrontar e derrotar o inimigo terrorista e proteger o povo americano", disse.

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  • Angela Merkel, chanceler da Alemanha

    Angela Merkel, chanceler da Alemanha

    A chanceler alemã, Angela Merkel, se mostrou "aliviada" com a notícia da morte do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, mas alertou que o Ocidente não deve baixar a guarda. "Com a ação contra Osama bin Laden e sua morte, o Exército americano deu um golpe decisivo contra Al Qaeda", disse Steffen Seibert, porta-voz oficial da chanceler alemã.

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  • P. Chidambaram, ministro do Interior da Índia

    P. Chidambaram, ministro do Interior da Índia

    A morte do chefe da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, perto de Islamabad é uma prova a mais de que os terroristas encontram refúgio no Paquistão, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Interior da Índia, P. Chidambaram. "Nós constatamos com grande preocupação que uma parte da declaração na qual o presidente Barack Obama afirma que o tiroteio no qual morreu Osama Bin Laden teve lugar em Abbottabad, 'no interior do Paquistão'", afirmou Chidambaram em um comunicado. "Este fato destaca nossa preocupação de que terroristas que pertencem a diversas organizações encontram refúgio no Paquistão', concluiu.

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  • Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália

    Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália

    "Penso que é um grande resultado na luta contra o mal, na luta contra o terrorismo, um grande resultado para os Estados Unidos e para todas as democracias", declarou o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi. "Não podemos baixar a guarda", completou Berlusconi, antes de advertir contra os riscos de reação da Al Qaeda. "Todas as democracias devem colaborar como têm feito até agora", disse Berlusconi.

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  • Franco Frattini, ministro das Relações Exteriores da Itália

    Franco Frattini, ministro das Relações Exteriores da Itália

    "Trata-se de uma grande vitória para os Estados Unidos e para toda a comunidade internacional na luta contra Al Qaeda e o terrorismo", disse o ministro de Relações Exteriores, Franco Frattini, em declarações divulgadas na nota. "Uma vitória que foi possível pela determinação dos Estados Unidos na caça ao responsável do episódio mais trágico do início deste século, o 11 de setembro e outros numerosos massacres. Uma vitória que destaca os esforços de todos nós, que ao lado dos Estados Unidos, combatemos e continuamos combatendo a cada dia o terrorismo", acrescentou. Segundo o titular de Exteriores italiano, a morte de Bin Laden é uma "vitória do bem contra o mal, da Justiça contra a maldade". "Uma vitória do mundo livre e democrático. Uma vitória que não tem que fazer baixar a guarda na luta contra o terrorismo, mas permite olhar para o futuro com maior confiança", disse Frattini.

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  • Ban Ki-Moon, secretário geral da ONU

    Ban Ki-Moon, secretário geral da ONU

    O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta segunda-feira que a morte de Osama Bin Laden é "um momento decisivo" na luta global contra o terrorismo."Este é um dia para lembrar as vítimas do terrorismo aqui, nos Estados Unidos, e em todas as partes do mundo", declarou Ban à imprensa na sede das Nações Unidas, em Nova York

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  • Ali al-Dabbagh, porta-voz do Iraque

    Ali al-Dabbagh, porta-voz do Iraque

    O governo iraquiano considerou nesta segunda-feira a morte do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, como um grande golpe no ânimo da rede terrorista no Iraque e a região, e descartou que possa afetar o estado da segurança no país. "A morte de Bin Laden é um grande golpe ao ânimo dos membros da Al Qaeda no Iraque e na região", declarou o porta-voz do Governo iraquiano, Ali al-Dabbagh.

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  • Felipe Calderón, presidente do México

    Felipe Calderón, presidente do México

    Calderón acrescentou que a morte de Bin Laden é "um fato de grande importância" na luta contra o terrorismo. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores do México classificou a Al Qaeda como "uma das organizações terroristas mais cruéis e sangrentas no mundo?.

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  • Governo da Argentina

    Governo da Argentina

    O governo da Argentina expressou nesta segunda-feira seu desejo que a morte do terrorista Osama bin Laden "não desvie os povos" do Oriente Médio "do caminho das mudanças para a paz", ao mesmo tempo que ratificou sua condenação ao terrorismo internacional. "A morte de Osama bin Laden coloca o terrorismo internacional, mais uma vez, como tema central da sociedade. A Argentina manifesta sua profunda rejeição àqueles que utilizam a política ou a religião para cometer ações criminosas", ressaltou um comunicado oficial do governo.

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  • Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia

    Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia

    "Esse é um golpe importante e decisivo para o terrorismo global e demonstra, mais uma vez, que os terroristas, mais cedo ou mais tarde, sempre caem", disse Juan Manuel Santos. "Na luta global contra o terrorismo só existe um maneira: perseverar, perseverar e resistir", afirmou.

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  • Sebastián Piñera, presidente do Chile

    Sebastián Piñera, presidente do Chile

    Por meio do ministro das Relações Exteriores do Chile, Alfredo Moreno, o presidente chileno, Sebastián Piñera, recomendou cautela em relação às consequências da morte de Bin Laden. Segundo o chanceler, não se deve 'cantar vitória', mas ficar em alerta em relação às ações terroristas.

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  • Ramin Mehmanparast, porta-voz do Irã

    Ramin Mehmanparast, porta-voz do Irã

    O porta-voz do Ministério do Exterior do Irã, Ramin Mehmanparast, afirmou hoje que há um temor de que a morte de Bin Laden seja usada para justificar o combate ao terrorismo. Segundo ele, o ideal é buscar o fim da violência e dos ataques a inocentes. "A República Islâmica do Irã apela para que os países não usem como desculpa para escalada militar na região o combate ao terrorismo", disse Mehmanparast. "Esperamos que o evento ponha fim à guerra, ao derramamento de sangue e às mortes de pessoas inocentes, levando ao restabelecimento da paz e tranquilidade para a região".

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  • Julia Gillard, primeira-ministra da Austrália

    Julia Gillard, primeira-ministra da Austrália

    Em entrevista coletiva, a primeira-ministra australiana, Julia Gillard, disse que hoje "é um dia importante" e ressaltou que a morte de Bin Laden trará "certa forma de justiça" aos parentes das vítimas dos atentados do grupo. Desta forma Julia lembrou as dezenas de australianos que morreram nos atentados do dia 11 de setembro de 2001 nos EUA e na ilha indonésia de Bali em outubro de 2002.

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