"Gelo" de Condoleezza na Argentina deixa Brasil em evidência, diz Alencastro

Da Redação
Em São Paulo

No roteiro da secretária de Estado norte-americana Condoleezza Rice, Brasil e Chile. Na rápida passagem pela América do Sul, ela evitou se encontrar com a presidente da Argentina, Cristina Kirchner. Para o historiador Luiz Felipe de Alencastro, professor da Sorbonne, em Paris, e colunista do UOL, essa atitude de Rice demonstra que os Estados Unidos estão dispostos a manter o "gelo" que vêm dando na Argentina desde o governo de Nestor Kirchner.

"Esperava-se que a eleição de Cristina reabrisse as perspectivas de uma reaproximação da Argentina com os Estados Unidos, cujas relações estavam meio travadas pela aproximação excessiva, do ponto de vista dos americanos, do presidente Nestor Kirchner com o presidente Hugo Chávez [Venezuela]", apontou o historiador.

Na avaliação de Alencastro, essa crise faz com que Lula apareça como um presidente "moderado". "Com toda essa complicação, a situação do Chile e do Brasil, principalmente, e do presidente Lula, em particular, fica um pouco mais em evidência", disse.

Veja comentário do colunista.

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos