Conservadores aumentam vantagem sobre trabalhistas no Reino Unido, diz pesquisa

Do UOL Notícias*

Em São Paulo

  • Stefan Wermuth/Reuters

    O premiê britânico Gordon Brown, em Londres; baixa popularidade prejudica Partido Trabalhista

    O premiê britânico Gordon Brown, em Londres; baixa popularidade prejudica Partido Trabalhista

Uma pesquisa de intenção de voto publicada nesta segunda-feira (15) pelo jornal britânico “The Guradian” aponta crescimento na diferença entre o Partido Conservador e o Partido Trabalhista, do premiê Gordon Brown.

Segundo o levantamento, os conservadores receberiam 40% dos votos, contra 31% dos trabalhistas nas eleições gerais, que devem acontecer em maio.

Um dos principais motivos para o crescimento dos conservadores é a baixa popularidade de Brown. Segundo a pesquisa, a maioria dos entrevistados, incluindo os que tradicionalmente votam nos trabalhistas, vê o líder conservador David Cameron como uma pessoa mais preparada para comandar o Reino Unido.

Pesquisa realizada no final de fevereiro indicava que a vantagem do Partido Conservador sobre o Trabalhista era de cinco pontos percentuais -37% contra 32%. Hoje, essa diferença é de nove pontos.

Ainda não há data para o pleito, mas tudo indica que ele coincidirá com as eleições locais, convocadas para 6 de maio.

Líder
Antes da publicação da pesquisa, Brown admitiu que quer seguir como líder trabalhista, inclusive se seu partido não conseguir a maioria nas eleições gerais.

Em uma entrevista ao programa "Woman's Hours", da "BBC", Brown respondeu com um "seguirei" ao ser perguntado se renunciaria caso não obtivesse uma "maioria decente".

"Acho que devo ao povo continuar e concluir o trabalho que começamos de tirar o país de uma das recessões financeiras globais mais difíceis", disse Brown. "E para ser sincero, ao percorrer o país, sinto que há muito mais a fazer para melhorar o serviço de saúde, fazer mais para dar as pessoas oportunidades melhores, fazer mais quanto ao pagamento para quem vira mãe e pela igualdade de salários, mais quanto às discriminações que ainda existem", acrescentou.

*Com informações da EFE e do "The Guardian"

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