Jovem "viúva negra" é apontada como autora de atentado de Moscou

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

  • Reuters

    Dzhennet Abdurajmanova era viúva de Umalat Magomedov, rebelde do Daguestão morto em 2009

    Dzhennet Abdurajmanova era viúva de Umalat Magomedov, rebelde do Daguestão morto em 2009

Uma das mulheres-bomba que cometeu o atentado contra o metrô de Moscou na última segunda-feira (29) é uma jovem de 17 anos que ficou viúva de um extremista islâmico do Cáucaso, informa o jornal Kommersant.

De acordo com a publicação, a adolescente se chamava Dzhennet Abdurajmanova e era viúva de Umalat Magomedov, um rebelde do Daguestão morto em 2009.

O jornal publica uma fotografia de Abdurajmanova, com rosto de menina e um véu islâmico na cabeça, ao lado de Magomedov. Os dois exibem armas.

Não foi possível descobrir se os dois se casaram formalmente.

O Kommersant afirma ainda que é possível que a mulher tenha outro sobrenome, Abdulayev.

Abdurajmanova é do distrito de Jasavyurtovsky, na república do Cáucaso russo do Daguestão, e conheceu Magomedov aos 16 anos após um contato com os rebeldes pela internet.

O comitê russo de investigação atribui a Abdurajmanova o primeiro dos dois atentados suicidas de segunda-feira passada, que mataram 40 pessoas e deixaram a Rússia em choque.

Os ataques também representaram uma recordação dos atentados executados há alguns anos pelas chamadas "viúvas negras", mulheres que eram casadas com homens mortos em operações das tropas russas.

Os investigadores não identificaram a segunda mulher-bomba, mas o Kommersant especula que seria a chechena Marja Ustarjanova, que também foi casada com um militante do Cáucaso.

*Com informações das agências internacionais

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