Prefeito de Nova York nega envolvimento da Al Qaeda em atentado fracassado; polícia analisa vídeo de suspeito

Do UOL Notícias*

Em São Paulo

  • Alfred Giancarli/AP

    Polícia científica inspeciona o carro do atentado fracassado na Times Square

    Polícia científica inspeciona o carro do atentado fracassado na Times Square

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, afirmou que não há evidências do envolvimento da rede terrorista Al Qaeda no atentado fracassado na Times Square, uma das regiões mais movimentadas de Manhattan. "É triste que isso tenha acontecido. Estou confiante que vamos descobrir quem fez isso", disse Bloomberg do lado de fora de um restaurante na Times Square.

Bloomberg jantou ontem à noite com o policial Wayne Rhatigan, que atendeu ao alerta feito por um vendedor ambulante sobre um veículo utilitário Nissan na Rua 45, perto da Broadway.

A polícia já começou a analisar vídeos de segurança nesta segunda-feira (3) na busca pelos envolvidos na tentativa frustrada de ataque com carro-bomba.

O comissário de polícia de Nova York, Raymond Kelly, disse que um homem branco, com cerca de 40 anos de idade, aparece em um vídeo de segurança (veja ao lado) na região onde o veículo foi deixado na noite de sábado com o motor e o pisca-alerta ligados.

Em cerca de 19 segundos de vídeo divulgado pela polícia, o homem, que aparece ser magro, é visto tirando uma camiseta preta, colocando algumas coisas numa sacola e saindo andando pela calçada, carregando a sacola e olhando ao menos duas vezes para trás.

O Taleban no Paquistão disse que plantou a bomba para se vingar da morte em abril dos dois principais líderes da Al Qaeda no Iraque. Mas Kelly disse que "não há provas" que apoiem essa alegação.

Investigadores estão analisando as imagens das câmeras de segurança e um dispositivo feito de propano, gasolina e fogos de artifício, após autoridades encontrarem a bomba no veículo na Times Square, quando o local estava lotado de turistas e de pessoas que iam ao teatro.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recebeu informações constantes sobre o incidente durante sua visita à Louisiana para avaliar a resposta ao gigantesco vazamento de petróleo no Golfo do México.

"Vamos fazer o que for necessário para proteger o povo americano, para determinar quem está por trás desse ato potencialmente catastrófico e para ver a justiça ser feita", disse Obama, que foi acompanhado na viagem pelo seu chefe de contraterrorismo John Brennan.

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