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Obama faz um minuto de silêncio após tiroteio no Arizona

Do UOL Notícias*

Em São Paulo

2011-01-10T14:01:07

2011-01-10T14:27:03

10/01/2011 14h01Atualizada em 10/01/2011 14h27

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, liderou um minuto de silêncio nacional em memória das vítimas do atirador do Arizona, que no último sábado (8) realizou vários disparos durante um ato político na cidade de Tuscon, matando seis pessoas e deixando outras 14 feridas.

"Convido os americanos a observar um momento de silêncio em honra das vítimas inocentes da insensata tragédia em Tucson, Arizona, incluindo aquelas que ainda lutam por suas vidas", havia anunciado o presidente em uma nota emitida ontem (9).

  • Arquivo pessoal/Reuters

    Uma das seis vítimas mortas no ataque deste sábado no Arizona, Christina Taylor Greene, de 9 anos, nasceu no fatídico 11 de setembro

O principal suspeito do ataque, Jared Loughner, 22, foi formalmente acusado pelo ataque e deve comparecer à corte nesta segunda-feira (10) às 14h (19h em Brasília), segundo o Departamento de Justiça. Ele pode enfrentar a pena de morte se for condenado.

Até o momento, pesam contra Loughner uma acusação de tentativa de assassinato de um membro do Congresso, nesse caso a deputada democrata Gabrielle Giffords, que foi atingida na cabeça com um tiro, duas de assassinato em primeiro grau, pelas mortes do juiz federal John Roll e do assistente de Giffords Gabe Zimmerman, e outras duas de tentativa de assassinato de dois outros assistentes da deputada.

Evidência recolhida na casa de Loughner, cerca de oito quilômetros do local do crime, indicam que o objetivo principal do ataque era matar a deputada Gabrielle Giffords, 40, que continua internada em estado grave no Centro Médico Universitário de Tucson.

Neste domingo, a polícia do Arizona chegou a divulgar a imagem de outro homem, feita por uma câmera de segurança do supermercado, considerado suspeito de envolvimento na chacina. O homem foi localizado e interrogado, e seu envolvimento no caso foi descartado. Os investigadores comprovaram que se tratava apenas do taxista que levou Loughner, o suposto atirador, até o local do ataque.

*Com agências internacionais

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