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Parque dos EUA defende expulsão de mulher por tamanho dos shorts

Bailey Breedlove exibe tamanho dos shorts que usou em parque nos EUA - Reprodução/TikTok
Bailey Breedlove exibe tamanho dos shorts que usou em parque nos EUA Imagem: Reprodução/TikTok

Colaboração para o UOL, em São Paulo

13/05/2021 12h41Atualizada em 13/05/2021 16h01

O parque temático Six Flags em em Oklahoma, nos Estados Unidos, concordou com a expulsão da americana Bailey Breedlove devido ao tamanho de suas roupas. Em relato no Facebook, ela contou que foi abordada por guardas locais que afirmavam que seus shorts eram "curtos demais". Após a repercussão do caso, a administração se manifestou dizendo que o comportamento de Bailey era "inadequado".

Na ocasião, ela estava acompanhada de sua filha de 11 anos e o namorado quando foi repreendida, inicialmente, pelo comportamento da menina, que estava andando na grama usando um tênis com rodas. Pouco depois, as críticas foram dirigidas à vestimenta da mãe, que teria recebido pedidos para se cobrir ou comprar uma nova peça de roupa.

Em um comunicado ao site McClatchy News, o Six Flags afirmou que pede "que os frequentadores usem trajes apropriados para o ambiente familiar" e espera que "eles se comportem de uma maneira adequada para a família. Comportamentos subversivos ou ofensivos ou o uso de palavrões ou linguagem ou gestos abusivos não são tolerados e podem resultar na remoção do visitante."

A empresa ainda argumenta os guardas se aproximaram da mãe porque "seus shorts expunham uma parte significativa de suas nádegas".

"Ela teve várias oportunidades para se trocar ou cobrir o corpo, mas se recusou. Em vez disso, ela respondeu com palavrões e conduta ofensiva, inclusive expondo ainda mais suas nádegas", explica.

Ao ser questionada sobre o tamanho da peça, Bailey postou um vídeo em sua conta no TikTok em que aparece de costas com a vestimenta.

Por meio do Twitter, a administração também afirmou que o parque não pratica "body shaming" e que se comprometem em "criar um ambiente inclusivo, livre de discriminação ou discurso de ódio, seja direcionado aos funcionários ou visitantes".

Bailey acredita que a conduta do parque foi inaceitável. E ela afirma que irá procurar um advogado para tratar do caso.

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