Raridade, lagosta branca é pescada nos EUA. Mas acaba devolvida ao mar

Colaboração para o UOL

  • Reprodução/Facebook

    Raridade, lagosta branca foi devolvida ao mar por ser fêmea e carregar ovos

    Raridade, lagosta branca foi devolvida ao mar por ser fêmea e carregar ovos

No ultimo dia 24 de agosto, um pescador de Chebeague Island, no estado do Maine (Estados Unidos), se deparou com uma criatura incomum: uma lagosta branca. Apesar da raridade do encontro, uma vez que a chance de se encontrar um animal como esse é de uma em um milhão, o rapaz teve que devolvê-la ao oceano, pois se tratava de uma fêmea que estava carregando ovos.

"Eu nunca tinha visto uma lagosta branca antes. Essa era quase translúcida, com apenas alguns toques de azul", disse Alex Todd, o sortudo pescador, em entrevista para a "ABC News". "Foi uma experiência diferente e muito divertida. E, mesmo que fosse um macho, eu não ficaria com ela. Quem cozinharia um bicho tão bonito?".

De acordo com a Associação de Pescadores da Costa do Maine, a lagosta provavelmente sofre de uma anomalia genética conhecida como leucismo. Diferentemente do albinismo, que é a completa ausência de pigmentação, os animais que apresentam essa condição sofrem apenas de perda parcial dos pigmentos.

"Uma lagosta normal obtém sua cor misturando pigmentos de proteínas amarelas, azuis e vermelhas. Através de diferentes mutações genéticas, podemos obter uma lagosta azul, amarela ou vermelha (não cozida). No caso deste animal, ele provavelmente tem uma condição genética chamada leucismo. Por isso, é possível ver alguns traços de azul e cor nos olhos", explicou a Associação em postagem feita no Facebook.

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