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Na recessão, cidades tentam dividir despesas com universidades

Tracy Jan

  • Michael Fein/Bloomberg

    Fachada de um dos prédios do campus da Universidade Harvard, nos Estados Unidos

    Fachada de um dos prédios do campus da Universidade Harvard, nos Estados Unidos

Pittsburgh ameaçou taxar as matrículas nas faculdades. Providence tentou taxar alunos de outros estados. E Filadélfia está pressionando seus colégios e universidades a retomarem os pagamentos voluntários, em vez de impostos. Enquanto Boston procura novas receitas, cidades de todos os EUA estudam como espremer mais dinheiro das faculdades e outras instituições isentas de impostos, enquanto a recessão e as receitas imobiliárias menores levam os municípios a buscar maneiras alternativas de pagar suas contas. As iniciativas para impor maiores obrigações às instituições sem fins lucrativos aumentaram a tensão nas relações em algumas cidades ricas em faculdades. As autoridades municipais alegam que as faculdades contam com os serviços municipais e deveriam pagar sua parcela justa, especialmente em tempos de dificuldades financeiras. As instituições defendem sua situação de isenção fiscal citando os benefícios sociais e econômicos que trazem para suas comunidades.

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