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Profissionais do videogame ganham a vida facilitando a partida para outros usuários em mercado milionário

M. Calzada e S. Gimeno

Em Madri (Espanha)

  • Divulgação

    Cena do jogo World of Warcraft, da Blizzard, um dos games envolvidos na polêmica do dinheiro virtual

    Cena do jogo World of Warcraft, da Blizzard, um dos games envolvidos na polêmica do dinheiro virtual

Quando Julian Dibbell viajou para a China, não foi para ver a Grande Muralha. Dedicou-se a visitar um tipo especial de fazenda: cubículos repletos de computadores onde grupos de jovens de 20 anos passavam 12 horas diante da tela por 120 euros mensais. Esse escritor de Chicago entrevistou na periferia de várias cidades asiáticas um bom número de "goldfarmers" ("fazendeiros de ouro", como são conhecidos os viciados nos jogos online que vendem objetos virtuais em troca de dinheiro real). Ao voltar a seu país, Dibbell usou o que aprendeu para ganhar 3 mil euros mensais à margem de qualquer empresa. Neste verão, o documentário "Playmoney" levará suas vivências à grande tela nos EUA.

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