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"Não vimos qualquer arma a bordo", diz um ativista alemão preso em Gaza

J. M. M.

Em Madri (Espanha)

A investigação que a comunidade internacional pede sobre o ataque à flotilha humanitária deverá esclarecer duas versões opostas. Alguém está mentindo. "Isto não foi um ato de defesa própria", afirmou o ativista alemão Norman Paech, que navegava a bordo do Mavi Mármara, ao chegar a Berlim. "Pessoalmente", ele afirmou, "o que vi foram dois bastões de madeira que foram utilizados. Não havia nada mais. Não vimos qualquer faca... foi um ataque [israelense] em águas internacionais contra uma missão pacífica. Foi um ato de pirataria... Queríamos levar ajuda a Gaza. Ninguém tinha armas. Estávamos conscientes de que não seria um simples cruzeiro, mas não esperávamos esse tipo de brutalidade."

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