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Europa acredita que libertação de presos políticos não basta para flexibilizar relações com Cuba

Ricardo Martínez de Rituerto

Em Bruxelas (Bélgica)

Os desejos do governo espanhol de que a UE acabe este ano com a Posição Comum, que desde 1996 condiciona as relações com Havana a uma melhora da situação dos direitos humanos na ilha, não têm um final feliz garantido. Países comunitários críticos ao castrismo (Alemanha, França, República Checa ou Suécia) e escaldados por experiências anteriores com Cuba não estão convencidos de que a anunciada libertação de cerca de 50 presos políticos, dos quais 11 já chegaram à Espanha, torne Havana credora da flexibilidade diplomática. "Nada mudou", indica uma fonte diplomática de um desses quatro países.

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