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05/09/2006
Turismo americano "precisa de boas vindas mais calorosas"

Matthew Garrahan
Em Los Angeles (EUA)


Um comitê influente de altos executivos do turismo americano hoje pedirá um aumento na "cordialidade e eficiência" dos balcões de alfândega e imigração para melhorar a fama debilitada dos EUA entre turistas internacionais.

Persuadir as autoridades a serem mais simpáticas é uma de muitas recomendações do relatório -Restaurar a Marca da Viagem nos EUA- a ser entregue hoje para Carlos Gutierrez, secretário de comércio. O relatório do Conselho Consultor de Turismo e Viagem nos EUA diz: "A imagem dos EUA está passando por uma baixa recorde em muitas partes do mundo -em uma época em que a fama dos EUA é mais importante do que nunca."

O comitê, dirigido por Jay Rasulo, diretor da Walt Disney Park and Resorts, está pedindo ao governo federal que trabalhe junto à indústria de turismo para formular uma estratégia de marketing para promover os EUA no exterior.

Apesar do número de chegadas internacionais ter aumentado nos EUA, a fatia das viagens internacionais totais que se destina ao país está caindo. Enquanto outros países viram sua participação como destino do turismo global aumentar, os EUA não capturaram o crescimento de quase 20% em viagens entre países desde 2000, diz o relatório.

Os países que investiram em campanhas de marketing, como Austrália e Nova Zelândia, viram sua fatia do mercado de turismo global aumentar. Mas a participação dos EUA, onde o governo não dedica verbas ao marketing do turismo, caiu 35% desde 1992.

"Dólar por dólar, investir em uma campanha de marketing coordenada nacionalmente talvez seja um veículo mais eficaz para melhorar a imagem dos EUA em outras partes do mundo", diz o relatório.

Rasulo acrescentou que a melhoria nos procedimentos de visto e "boas vindas mais calorosas" ajudariam a recolocar os EUA no mercado de turismo internacional.

"A recepção aos estrangeiros começa com sua primeira interface com o governo americano, seja ao adquirir um visto ou ao chegar à fronteira", disse ele.

Ele acrescentou que os procedimentos de visto em alguns países estavam dissuadindo as pessoas de viajarem aos EUA.

"Em algumas partes do Brasil, por exemplo, as pessoas têm que viajar para o outro lado do país só para fazer uma entrevista de visto. Podemos simplificar isso com tecnologia, mais pessoal e processo aprimorado."

Os membros do comitê incluem Bill Marriott, diretor executivo da rede de hotéis Marriott International, e Jonathan Linen, vice-diretor do American Express.

Rasulo disse que o declínio na participação dos EUA no mercado de turismo internacional é uma tendência de "longo prazo". "Acho que a tendência de longo prazo resulta de muitas coisas. Outros países foram muito mais ativos (no marketing), e nós simplesmente não colocamos esse time em campo."

Tradução: Deborah Weinberg

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