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07/08/2007

Candidato do presidente caminha para a vitória no Estado da Baixa Califórnia

Financial Times
Adam Thomson
Na Cidade do México
Felipe Calderón, o presidente de centro-direita do México, parecia na segunda-feira prestes a obter uma importante vitória eleitoral com seu candidato para o governo no Estado de fronteira da Baixa Califórnia, no norte, à frente de seus rivais na mais recente contagem parcial.

Com pouco mais de 90% dos votos contados, José Guadalupe Osuna, do Partido Ação Nacional (PAN) de Calderón, contava na segunda-feira com 50% dos votos.

Jorge Hank, candidato do Partido Revolucionário Institucional (PRI) e principal adversário de Osuna, tinha 43%, segundo as autoridades eleitorais do México.

"Eu já me sinto governador", disse Osuna em uma emissora nacional de rádio na manhã de segunda-feira. "A única coisa que falta é o documento oficial".

Se confirmado, a vitória de Osuna colocaria um fim aos maus resultados do PAN desde a vitória por margem estreita de Calderón na eleição presidencial do ano passado. O partido já perdeu um governo neste ano, o do Estado de Yucatán -e se saiu mal em duas outras eleições locais.

Ela também confirmaria o controle pelo PAN de um Estado que governa desde 1989, o ano em que obteve sua primeira vitória eleitoral sobre o PRI, que governou o México e todos seus Estados desde 1929.

Mas analistas políticos acreditam que a vitória do PAN na Baixa Califórnia poderá complicar as coisas para as propostas de reforma fiscal de Calderón.

Em junho, o governo enviou um projeto de lei ao Congresso visando aumentar a receita em 3% do produto interno bruto ao longo dos próximos cinco anos.

Os legisladores do PRI têm feito corpo mole desde que Calderón apresentou as propostas. De forma privada, os membros do Congresso disseram que o partido estava aguardando pelo resultado na Baixa Califórnia antes de darem seu apoio às propostas do governo.

Calderón está pressionando o Congresso a aprovar a reforma antes que chegue o momento de fazer seu discurso anual à nação, no início de setembro, e antes que seu governo tenha que apresentar as propostas para o orçamento do próximo ano. George El Khouri Andolfato

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