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Práticas oligárquicas na Rússia aumentam preocupações dos investidores

Catherine Belton

Quando um tribunal siberiano determinou no mês passado o congelamento da parcela acionária de 44% de Mikhail Fridman na Vimpelcom, a operadora russa de telefonia celular, no momento em que credores ocidentais começavam a reclamar o pagamento de dinheiro emprestado, alguns investidores temeram que aquilo pudesse ser uma repetição das práticas aperfeiçoadas durante o crash financeiro de agosto de 1998.

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