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Tchecos vão trabalhar em três "Es" na presidência européia

Tony Barber
Em Bruxelas

Seguindo os passos de Nicolas Sarkozy, o presidente francês heterodoxo e superenérgico, seria difícil para qualquer país que o sucedesse na presidência rotativa de seis meses da União Européia (UE). Para a República Tcheca, que assume o cargo na próxima quinta-feira (1), a tarefa é especialmente difícil, sobretudo porque a UE, com seus 27 países, está sofrendo uma crise financeira e uma recessão econômica mais agudas do que jamais viu em seus 50 anos de história.

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