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Wolf: Verdades amargas que Obama deveria ter dito para Hu Jintao em Pequim

Martin Wolf

Na terça-feira, Barack Obama, o presidente dos Estados Unidos, encontrou-se com Hu Jintao, o presidente da República Popular da China, para uma reunião privada. A agenda era longa, cobrindo a economia mundial, a mudança climática e a não-proliferação de armas nucleares. As duas últimas são as mais importantes, a longo prazo. Mas a primeira é a mais urgente. Se não conseguirmos uma recuperação econômica global saudável, a esperança de um relacionamento cooperativo provavelmente será vã. Mas essa recuperação está longe de certa. Pior, parte do que está acontecendo agora - particularmente a decisão da China de desvalorizar o yuan juntamente com o dólar - torna uma recuperação saudável menos provável. Encontro O presidente dos EUA, Barack Obama (à esquerda), cumprimenta o presidente da China, Hu Jintao, após uma coletiva de imprensa no Grande Salão do Povo, em Pequim Leia outras reportagens do UOL Internacional Essa, então, era uma oportunidade para Obama dizer algumas verdades brutais. Eu espero que ele tenha dito, após um briefing cuidadoso por parte de seus assessores, seguindo esta linha:

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