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Buscas no Google revelam o lado perturbador da mentalidade dos americanos

Stephen J. Dubner e Steven D. Levitt

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O Google oferece a imagem mais clara até hoje das ansiedades e desejos, ódios e amores humanos --pelo menos é o que diz o economista e cientista de dados Seth Stephens-Davidowitz. A pesquisa que ele fez sobre dados de busca no Google --descrita em seu novo livro, "Everybody Lies: Big Data, New Data and What the Internet Can Tell Us About Who We Really Are" [Todo mundo mente: grandes dados, novos dados e o que a internet pode nos dizer sobre quem realmente somos]-- sugere que, na privacidade de seus navegadores da internet, as pessoas têm muito maior probabilidade de expressar seus verdadeiros pensamentos e sentimentos ao Google do que o fariam nas enquetes tradicionalmente usadas pelos pesquisadores.

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