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Pesquisa revela que vínculo com Bill Clinton ajuda Hillary na disputa pela Casa Branca

Stewart M. Powell

Uma nova pesquisa revela que a o turbulento período durante o qual a senadora Hillary Rodham Clinton foi primeira-dama dos Estados Unidos, bem como a sua lealdade constante ao presidente Bill Clinton durante o caso
Monica Lewinsky, são percebidos como trunfos na sua campanha pela presidência em 2008.

A mesma pesquisa também demonstra que os eleitores prezam Hillary pela sua independência de Bill Clinton, concluindo por ampla margem que ela "não deveria se fiar muito nos conselhos do marido" caso fosse eleita presidente.

A pesquisa de âmbito nacional, por telefone, com 1.120 eleitores registrados, foi feita por encomenda do "Times Union", de Albany, no Estado de Nova York, pelo Instituto Siena Research, de Londounville, também do Estado de Nova York, entre os dias seis e nove de fevereiro últimos.

"Estamos percebendo que a campanha presidencial de Hillary Clinton não será prejudicada pela presidência de Bill Clinton", afirma Douglas Lonnstrom, diretor do Instituto Siena e professor de estatística da Faculdade Siena. "O seu vínculo com Bill Clinton a ajuda mais do que a atrapalha".

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