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China e União Europeia têm muito a ganhar com a cooperação econômica

Jurgen R. Thumann*

Enquanto os Estados Unidos e a China realizam um diálogo econômico em um chamado G2, a União Europeia se verá pagando a conta. A declaração de Pittsburgh do G20 apontou a necessidade de tratar dos desequilíbrios macroeconômicos para evitar uma repetição da crise financeira que causou um caos na economia mundial. Apesar do déficit em conta corrente dos Estados Unidos e o superávit da China terem caído um pouco desde o início da crise financeira, a fraqueza do dólar combinada com a política de taxa de câmbio fixa da China ameaça transferir o fardo de futuros ajustes para os ombros da UE. Encontro O presidente dos EUA, Barack Obama, cumprimenta o presidente da China, Hu Jintao, após uma coletiva de imprensa no Grande Salão do Povo, em Pequim. A União Europeia pagará a conta dos desajustes macroeconômicos se não buscar uma cooperação com a China

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