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Como a tecnologia pode ajudar o futebol a ser mais justo

Christopher Clarey

Port Elizabeth (África do Sul)

  • Arte UOL/AP e AP

    Montagem mostra os dois toques de mão dados por Luís Fabiano na bola no lance de seu segundo gol contra a Costa do Marfim

    Montagem mostra os dois toques de mão dados por Luís Fabiano na bola no lance de seu segundo gol contra a Costa do Marfim

Sob o risco de me tornar meramente o mais recente lobby no ouvido surdo da Fifa sobre a questão, é chegada a hora. é chegada a hora do tira-teima por vídeo quando o juiz francês Stephane Lannoy perde não apenas uma, mas duas mãos na bola cometidas pelo atacante brasileiro Luis Fabiano e, após o gol, trota pelo campo ao lado de Fabiano e o questiona jovialmente, como se tentasse confirmar suas suspeitas. é hora quando tantos outros esportes – inclusive o tênis, que é tão apegado ao seu livro de regras tradicional - já assumiram o risco e foram recompensados. Acima de tudo, é chegada a hora quando a televisão e a tecnologia deixam todas as pessoas em todos os cantos, desde a Patagônia até a Sibéria, conscientes do que aconteceu em campo menos o juiz mais importante – o homem com o apito e a responsabilidade, que fica parecendo um luddita em um mundo de conexões de alta velocidade.

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