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Em busca de uma filosofia digital

Anand Giridharadas

Bombaim (Índia)

  • Joern Pollex/Getty Images

    Goleiro alemão Neuer vê a bola entrar em um forte chute de Lampard (d), mas o árbitro anulou o gol, alegando que a bola não entrou

    Goleiro alemão Neuer vê a bola entrar em um forte chute de Lampard (d), mas o árbitro anulou o gol, alegando que a bola não entrou

O mundo inteiro viu o gol claramente, mas o juiz e os bandeirinhas não. E, nesta era das câmeras onipresentes e das verdades fornecidas por inúmeras fontes, surpreendentemente, o erro de uns poucos indivíduos prevaleceu diante daquilo que foi mostrado pelas câmeras e visto pelos olhos de muita gente. Assim, apesar das desculpas apresentadas dias depois por Sepp Blatter, o presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol), e de uma promessa de reavaliar a questão da tecnologia nos jogos, a Inglaterra não recuperou o segundo gol que marcou contra a Alemanha no fim de semana passado. Qual poderia ter sido o resultado do jogo se a Inglaterra tivesse entrado no segundo tempo com a tranquilidade psíquica condizente com um placar empatado? Torcedores e comentaristas ficaram furiosos: como é que esses jogos multibilionários podem desprezar uma tecnologia que é encontrada em qualquer telefone celular comum? Por que não adotar o inevitável?  

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