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O que o rei pode fazer para acabar com os conflitos na Tailândia?

Elise Barthet

  • Adrees Latif/Reuters

    Militar patrulha Bancoc diante de uma foto do rei Bhumibol Adulyadej

    Militar patrulha Bancoc diante de uma foto do rei Bhumibol Adulyadej

Seu retrato está por toda parte. Ele está em cada esquina, cada lar. Altares chegaram a ser erguidos em sua homenagem na entrada de centros comerciais. Ao longo das avenidas de Bangcoc, as glórias de seu reino aparecem sem fim sobre imensos medalhões dourados. Hierático e onipresente, Bhumibol Adulyadej, 82, é certamente o monarca mais respeitado do mundo. Adorado como um semi-deus por 64 milhões de pessoas, ele é hoje provavelmente um dos únicos que podem conseguir pôr um fim à crise que divide a Tailândia.

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