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Guineanos votam na 1ª eleição democrática desde a independência em 1958

Christophe Châtelot

Moussa Dadis Camara perderá a chance de entrar para a História. Há dezoito meses, o ex-chefe da junta militar imaginava que seria um herói nacional, salvando a Guiné de seus abusos ditatoriais e de uma pobreza endêmica. A aventura afinal se afogou em descrédito e um banho de sangue. é longe da capital Conacri, em Uagadugu, onde é forçado a algo que se parece muito com um regime de prisão domiciliar, que Dadis Camara acompanhará as primeiras eleições democráticas organizadas em seu país desde a independência de 1958.

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