Exclusivo para assinantes UOL

Em Israel, o "pai de Gilad" e o "genro perfeito" decidem entrar para a política

Laurent Zecchini

  • GPO/Reuters

    Soldado israelense Gilad Shalit, libertado em outubro pelo Hamas em troca de 1.027 prisioneiros palestinos, presta continência para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, logo após chegada à base aérea de Tel Nof, em Israel

    Soldado israelense Gilad Shalit, libertado em outubro pelo Hamas em troca de 1.027 prisioneiros palestinos, presta continência para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, logo após chegada à base aérea de Tel Nof, em Israel

Eles não têm muita coisa em comum, além do fato de terem entrado para a política ao mesmo tempo e... de terem imediatamente atraído para si uma enxurrada de críticas. O jornalista israelense Yair Lapid saiu 24 horas à frente de Noam Shalit, mas eles estão em pé de igualdade: o primeiro recebeu ameaças de morte em sua página do Facebook; o segundo foi acusado de “cinicamente” usar sua fama para “dançar no sangue de nossos filhos”, alusão ao fato de seu filho Gilad ter sido libertado de uma prisão do Hamas, no dia 18 de outubro de 2011, em troca de 1.027 prisioneiros palestinos.

UOL Cursos Online

Todos os cursos