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Opinião - Merkel: no, she can't

Arnaud Leparmentier

  • Michael Sohn/AP

Funciona assim com os ícones: eles são julgados mais por aquilo que são do que por seus atos. Foi assim com Barack Obama, laureado com o Prêmio Nobel da Paz só por ter ter sido o primeiro negro eleito presidente dos Estados Unidos. O mesmo vale para Angela Merkel, que na ocasião da viagem de Obama pela Europa, voltou a carregar a suposta bandeira de líder do mundo livre. E ela aproveitou para se declarar candidata a um quarto mandato. Dezesseis anos! Será que essa perspectiva vale tantos elogios assim?

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