UOL Notícias Internacional
 

11/03/2006

A nova São Paulo

The New York Times
Dan Shaw
É um quente e abafado dia de janeiro em São Paulo e dezenas de pessoas estão jantando sob uma imensa figueira com galhos horizontais dramáticos que lembram "O Parque dos Dinossauros". Todo o restaurante foi construído em torno desta árvore de 130 anos e o amplo pátio com teto de vidro é tão engenhosamente construído que é difícil dizer se você está sentado do lado de dentro ou de fora.

As famílias e casais podem ficar sentadas por horas no Figueira Rubaiyat, um ponto de encontro popular para o tradicional almoço de domingo brasileiro. Elas saboreiam pães de queijo quentes e fofos e bebem caipirinhas, o coquetel gelado nacional feito com cachaça e limão. Eles devoram grossos bifes assados e caçarolas fartas de frutos do mar, desfrutando dos prazeres do verão na cidade e da sensação do calor do sol nos braços desnudos.

O lado são e sensual de São Paulo não é sempre fácil de encontrar. À primeira vista, esta enorme cidade esparramada de 10 milhões de habitantes -a capital cultural e econômica do Brasil- parece ser uma selva urbana radical, um local com um desenho aparentemente a esmo, um pouco como Los Angeles, difícil para um estranho se encontrar. São Paulo não é Paris, Rio ou Buenos Aires- cidades nas quais você pode chegar e se apaixonar à primeira vista.

Mesmo na Rua Oscar Freire, o estreito bulevar que é freqüentemente comparado a Rodeo Drive, o visitante não será imediatamente seduzido pelas butiques de moda com nomes desconhecidos. Uma das lojas mais originais e encantadoras da rua, o Clube Chocolate, é tão chique que não tem vitrines e é tão exclusiva que seguranças ficam ao lado da pesadas portas de madeira que escondem o interior glorioso, arejado. Como você poderia saber que dentro há um átrio de três andares, luminoso, com um palmeiras do chão ao teto e uma praia com areia à qual você chega descendo uma escada circular de aço polido?

São Paulo não se esforça para atrair os turistas estrangeiros e isto pode ser uma bênção. Nos restaurantes, você não se verá cercado de alemães, australianos e outros americanos. Na feira de arte e artesanato, você não vê casais usando pochetes e tirando fotografias. Nos museus e igrejas, você não encontra multidões. Você experimenta a vida sem ser diluída e testemunha uma cidade sul-americana em transição.

Lalo de Almeida/The New York Times 
O spa envidraçado no teto do Emiliano, um pioneiro em hotéis design de São Paulo

É possível ter a sensação da determinação da cidade de se integrar ao circuito alternativo internacional em três hotéis butiques: o Emiliano, o Unique e o Fasano. Quando cheguei ao Emiliano em uma sexta-feira ao meio-dia, após uma viagem de táxi de 45 minutos do aeroporto, meu quarto ainda não estava pronto. Antes que me acomodasse no saguão claro, minimalista, com suas poltronas avant-garde envoltas em centenas de metros de corda pelos irmãos Campana -a dupla brasileira cujo trabalho já foi exposto no Museu de Arte Moderna de Nova York- eu fui escoltado por um recepcionista de boa aparência até um spa com cobertura de vidro. Ele me entregou um roupão de banho branco macio e Havainas brancas, as famosas sandálias brasileiras, me encorajando a entrar nas banheiras quentes de madeira, me refrescar na piscina de mármore ou tomar uma ducha. Eu fiz os três.

Eu decidi vir a São Paulo para um longo fim de semana por ser um dos vôos noturnos mais fáceis disponíveis. Eu tomei um vôo sem escala da American Airlines que decolou de Nova York por volta das 22 horas e pousou em São Paulo no final da manhã. (Em janeiro, quando viajei, São Paulo estava três horas à frente de Nova York; a diferença pode variar de uma a três horas dependendo das mudanças dos horários de verão.) Jantar e café da manhã foram servidos próximos da decolagem e do pouso, de forma que pude dormir quase sete horas seguidas e despertar pronto para um dia cheio.

Meu quarto no Emiliano era confortante e sibarítico: lençóis egípcios brancos de puro algodão e seis travesseiros com firmeza diferente; uma poltrona estofada em tecido cor de aveia; uma parede cor de mel que esconde closets e dois frigobares Sub-Zero cheios de bebidas; e um grande banheiro com vista para as coberturas vizinhas. Enquanto a gerente de atendimento ao hóspede tentava me ensinar como operar todos os controles de luzes (que eu não consegui aprender), ela me disse que podia enviar um mordomo para desfazer minhas malas (que eu recusei).

Do fashion ao prosaico, São Paulo às vezes parece uma capital européia. Há a Catedral Metropolitana, uma construção com elementos góticos e bizantinos capaz de receber 8 mil fiéis, o Teatro Municipal de 1911 inspirado na Ópera de Paris, museus de arte cujos prédios são tão dignos de atenção quanto suas exposições e um mercado central onde de tudo, de carne de porco a diversos tipos de pimentas são expostos nos estandes como instalações de arte.

A Pinacoteca do Estado é um exemplo notável de como uma estrutura histórica pode ser preservada e transformada em um museu do século 21. Despido aos tijolos como se fosse uma ruína antiga, o prédio de 1897 tem uma série de pátios interiores iluminados por clarabóias, contendo esculturas de Rodin e Niki de Saint-Phalle a uma coleção impressionante que varia de paisagens do século 19 a abstratos do século 20 por modernistas pioneiros como Waldemar Cordeiro e Willys de Castro.

Os paulistas se orgulham de sua arquitetura modernista, especialmente do Copan, um prédio de apartamentos dos anos 1950 projetado por Oscar Niemeyer, que trabalhou com Le Corbusier no prédio da ONU e projetou Brasília, a capital do país. Em outro local, em uma estação de trem dos anos 30 adaptada, a Sala São Paulo se transformou em um sala de concertos sinfônicos notavelmente contemporânea. O Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp), um prédio marco de 1968 de Lina Bo Bardi que fica suspenso sobre uma praça por colunatas em cada extremidade sem qualquer apoio interior, possui uma coleção que inclui obras de Renoir, Cézanne, Manet, Degas e Modigliani.

Apesar de circular de carro na cidade ser essencial, é fácil caminhar a pé por horas pelos Jardins, uma região amistosa ao pedestre que agradaria à ecologista urbana Jane Jacobs, que escreveu que "uma bom bairro de cidade é o que obtém um equilíbrio entre a determinação de seus habitantes de ter a privacidade essencial e seus desejos simultâneos de diversos graus de contato, desfrute ou ajuda das pessoas ao redor". Situado em uma grade inclinada de ruas estreitas, a região dos Jardins possui dezenas de restaurantes, cafés de calçada e prédios de apartamentos de luxo separados das calçadas por portões e folhagem abundante.

"Quando você está nos Jardins, é muito fácil achar que você está no país mais rico do mundo", disse Lauer Alves Nunes dos Santos, um professor de semiótica que conheci enquanto almoçava no Prêt Café, um pequeno restaurante nos Jardins localizado em uma casa reformada. Na condição de um americano jantando em um restaurante de bairro -onde o buffet servido em belas travessas de vidro e panelas de ferro fazem você se sentir como se tivesse invadido um almoço privado- eu era a novidade. A proprietária, Beatriz Ticcoulat Alves de Araújo, veio me cumprimentar e perguntou se eu estava gostando do nhoque, do peixe cozido em molho de camarão, abobrinha recheada, arroz e feijão, salada verde e pudim de coco. "Este é o tipo de comida que eu serviria a você se você fosse almoçar na minha casa", ela disse.

Não há nada caseiro no sexy e ameaçador Unique Hotel. Projetado por Ruy Ohtake, o hotel em forma de arca parece um cenário de filme de James Bond, com suas janelas escurecidas, portas secretas e seguranças de terno. Para chegar lá, meu táxi atravessou o Jardim Europa, um bairro de ruas sombrosas com casas barrocas e modernistas escondidas atrás de muros altos -o equivalente brasileiro a Beverly Hills. Este momento Los Angeles continuou no bar de cobertura Skye do Unique, onde os coquetéis são servidos ao ar livre ao lado de uma piscina com vista panorâmica da cidade. Mesmo em uma noite nublada, há um brilho do pôr-do-sol, com o terraço iluminado habilmente por holofotes rosas.

Os fins de semana de verão tendem a ser tranqüilos em São Paulo, já que os moradores viajam para as praias ou para o interior, mas muitas famílias com consciência de estilo e jovens profissionais permanecem na cidade e acabam jantando no Spot, uma movimentada brasserie em uma caixa de vidro. O cardápio oferece saladas verdes com múltiplos ingredientes, massas criativas, pequenos bifes com molhos suculentos e batatas fritas crocantes. Mas foi difícil para mim me concentrar na comida excelente, já que um desfile constante de mulheres bronzeadas vestindo minissaias continuava se juntando à mesa onde dois homens atraentes, ao estilo astros de cinema, continuavam pagando bebidas para todos. Parecia um episódio de "Sex and the City" dublado em português.

Depois dos jantar, eu fui ao Bar Balcão, cuja característica é um balcão usado pelos clientes serpenteia pelo restaurante. "Este bar é popular entre os artistas, poetas e acadêmicos", disse Ana Amélia Genioli, uma arquiteta que estava jantando. "Mas São Paulo não é o Brasil. Você precisa conhecer o interior." Eu expliquei que era mais fascinado pelas cidades e lhe disse o que um artista brasileiro, Ronaldo Bregola, tinha me dito: "É claro que São Paulo não é o Brasil, mas Paris não é a França e Londres não é a Inglaterra"


São Paulo certamente é uma cidade de classe mundial quando se trata de compras, independente do seu gosto ou recursos financeiros. Caçando ofertas em uma feira de artesanato no domingo na Liberdade, eu comprei artesanatos baratos: fantoches para crianças, colheres de madeira e lenços de seda tingidos à mão em tons tropicais. Eu calcei sandálias de dedo na Pagé Calçados, que se parece com toda loja de calçados de descontos que evito em casa. Ela fica em um distrito atacadista no centro e possui sandálias Havaianas em dezenas de estilos e cores que raramente são importadas para os Estados Unidos por apenas R$ 10,99 a R$ 13,99 o par.

Mas o shopping de alto luxo é ainda mais envolvente -mesmo se você quiser apenas olhar. Eu não sabia se visitava ou não a Daslu, a loja de departamentos que foi retratada como uma cidadela de consumo distinto pela revista "The New Yorker" há três anos. Mas então eu conheci Walkiria Vaney, uma brasileira que morava em Nova York e que descreveu a Daslu como maior e mais grandiosa que a Bergdorf Goodman. Eu precisava ver com meus próprios olhos.

Não é possível entrar na Daslu pela rua; você deve chegar de carro (ou
helicóptero) e passar por uma barreira de segurança. A loja parece um hotel resort de cinco estrelas e tem um ambiente de um clube de campo exclusivo onde todos estão comprando em vez de jogando golfe ou tênis. Na loja há 10 cafés e bares de champanhe e butiques que vendem de tudo, de lençóis Frette e bolsas Prada até férias para esquiar em Aspen e Harley-Davidsons. Os funcionários da Daslu fornecem um vislumbre da estrutura de classe brasileira. Mulheres sensuais e animadas com belos cortes de cabelo realizam as vendas enquanto um batalhão de estóicas empregadas em uniformes de criada francesa arrumam silenciosamente as prateleiras no fundo.

Que os paulistas sabem como gastar prodigamente também está aparente no D.O.M., um restaurante dirigido pelo célebre chef Alex Atala, considerado o Jean-Georges Vongerichten do país por sua reinterpretação de ingredientes brasileiros -feijão preto, bacalhau, farofa- com um toque francês. O salão de jantar é quieto e com aspecto corporativo, mas atrai uma clientela diversa: astros pop brasileiros como Clara Moreno e sua comitiva, casais gastando em uma ocasião especial e famílias ricas tão blasé quanto a jantar bem que falam em seus celulares enquanto comem.

Todos deviam prestar mais atenção, porque a comida é soberba. Um amigo e eu pedimos a opção de degustação de quatro pratos por R$ 160 por pessoa: salada da papaia, manga e camarão; brandade de bacalhau com couve e feijão preto; um peixe chamado filhote em crosta de mandioca; confit de pato com pimenta verde. O prato de queijo não convencional foi servido pelo garçom que girou uma mistura de purê de batata e Gruyere com duas colheres no ar como se fosse puxa-puxa, antes de servir em cada prato.

Após tal refeição refinada, a idéia de um clube noturno barulhento estava fora de questão, então terminei encerrando a noite em outro dos hotéis butiques, o Fasano, onde a suntuosa decoração masculina sugere que atrai mais administradores de fundos hedge do que modelos, e cujo bar Baretto é uma cópia contemporânea de um lounge de coquetel dos anos 30.

No meu último dia, eu voltei aos Jardins e sua lojas de classe mundial, curioso para ver o interior da Galeria Melissa. Projetada por Karim Rashid de Nova York, as sandálias de borracha de salto alto característicos da loja -de designers como Alexandre Herchcovitch (cuja moda astro do rock é vendida em sua butique virando a esquina) e Campana Brothers- são exibidos em bolhas de plástico penduradas no teto, criando um efeito psicodélico
"2001: Uma Odisséia no Espaço".

Durante uma típica tempestade torrencial de verão, eu me abriguei no Cavalera, uma das muitas lojas que vendem jeans apertados feitos no Brasil e camisetas de algodão macias como seda. As vendedoras falavam pouco inglês, mas todas pareciam modelos e se esforçavam para agradar, produzindo pilhas após pilhas de jeans, alguns enfeitados com grafite em português.

Após uma hora, ainda estava chovendo forte, e atravessei correndo a rua para o Z Deli, um local idiossincrático na Alameda Lorena, outra rua de lojas fashion. Lá, o almoço buffet incluía peito de frango, pierogi, salada de repolho e, de forma improvável, bolinho de peixe. Dirigido por duas judias, Zenaide Raw, que já morou em Nova York e fala bem inglês, e sua irmã, Rosa, o Z Deli fez com que me sentisse em casa. Quando Zenaide escutou que eu era dos Estados Unidos, ela me trouxe um pedaço de bolo de semente de papoula e nos sentamos à mesa. Quando eu lhe disse que minha estadia era de apenas três dias, ela me repreendeu: "Como pode ver tudo em um período tão curto? Da próxima vez me visite primeiro, e lhe direi o que deve fazer". Eu lhe assegurei que o faria.

Como chegar lá

Várias linhas áreas oferecem vôos sem escala de Nova York. Se você tomar o vôo 951 da American Airlines, que parte de Nova York às 22h20, você chega a São Paulo às 9h40 da manhã. O vôo de volta parte de São Paulo às 22h35 e chega no aeroporto Kenmedy às 6h06 da manhã. Minha passagem de classe econômica em janeiro custou US$ 928 com impostos.

Como circular

Os táxis são abundantes, mas não espere que o motorista fale inglês. A viagem do aeroporto ao meu hotel custou US$ 75. Um amigo negociou com o motorista para que ficasse conosco o dia todo pelo valor fixo de US$ 150.

Onde ficar

A cidade conta com três hotéis butiques igualmente luxuosos. Todos cotam suas diárias em dólares americanos. O código da país-cidade é 55-11.

Emiliano, Rua Oscar Freire, 384; telefone 3069-4369; www.emiliano.com.br. Quartos a partir de US$ 299 a noite.

Fasano, Rua Vittorio Fasano, 88; 3896-4000; www.fasano.com.br. As diárias no fim de semana são US$ 260; US$ 295 nos dias de semana..

Unique, Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 4700; 3055-4700; www.hotelunique.com.br. Quartos a partir de US$ 285.

Onde comer

Bar Balcão, Rua Dr. Melo Alves, 150; 3063-6091.

Canto Madalena, Rua Medeiros de Albuquerque, 471; 3813-6814. Situado no bairro de Vila Madalena, este bar ao ar livre é conhecido por pratos típicos brasileiros como carne seca, melhor servido com cerveja gelada. Os pratos, todos servidos para dois, custam cerca de R$ 45.

D.O.M., Rua Barão de Capanema, 549; 3088-0761. Jantar para dois, com vinho e drinques, cerca de R$ 600.

Figueira Rubaiyat, Haddock Lobo, 1738, 3063-3888. Almoço para dois, sem vinho, cerca de R$ 250. Prêt Café, Rua Bela Cintra, 2375; 3085-8544. Almoço buffet para dois, sem vinho, cerca de R$ 80.

Pitanga, Rua Original, 162; 3816-2914. Almoço para dois, sem vinho, cerca de R$ 100. Feijoada, o almoço tradicional de sábado de feijão preto com carne, faz parte do buffet servido em um ambiente caseiro.

Spot, Al. Ministro Rocha Azevedo, 72; 3283-0946. Jantar para dois com drinques por cerca de R$ 200.

Z Deli, Alameda Lorena, 1689; 3088-5644. Almoço buffet, sem vinho ou sobremesa, cerca de R$ 74.

Onde comprar

Alexandre Herchcovitch, Rua Haddock Lobo, 1151; 3063-2888, ramal 111.

Cavalera, Alameda Lorena, 1682; 3083-5187.

Clube Chocolate, Rua Oscar Freire, 913; 3084-1500.

Daslu, Avenida Chedid Jafet, 131; 3841-4000.

Feira de Artes e Artesanato da Liberdade, Praça da Liberdade. Domingos, das 10 horas da manhã às 19 horas. Artesanato local vendido em barracas em um bairro japonês.

Galeria Melissa, Rua Oscar Freire, 827; 3084-3612.

Huis Clos, Rua Oscar Freire, 1105; 3088-7370. Vestidos com cortes requintados e blusas da Jil Sander do Brasil.

Pagé Calçados, Rua Comendador Alfonso Kherlakian, 102, 3326-6060.

O que ver

Edifício Copan, Avenida Ipiranga, 200.

Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, Avenida Morumbi, 4077; 3742-0077; www.fundacaooscaramericano.org.br. Uma casa museu dos anos 50 cercada por um jardim tropical opulento com 25 mil árvores. Galeria Fortes Vilaça, Rua Fradique Coutinho, 1500; 3032-7066. Galeria que expõe obras contemporâneas tanto de brasileiros quanto americanos.

Millan Antonio, Rua Fradique Coutinho, 1360; 3031-6007; www.millanantonio.com.br. Galeria dedicada a artistas novos e estabelecidos do Brasil.

Museu de Arte de São Paulo, Avenida Paulista, 1578; 3251-5644; www.masp.art.br.

Catedral Metropolitana da Sé; 3107-6832.

Mercado Municipal, Rua Cantareira, 306; 228-0339. Um mercado público de alimentos que lembra um mercado da ONU.

Pinacoteca do Estado, Praça da Luz, 2; 3229-9844.

Sala São Paulo, Praça Júlio Prestes; 3337-5414; www.salasaopaulo.com. George El Khouri Andolfato

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