UOL Notícias Internacional
 

03/05/2006

Jerusalém hoje em dia

The New York Times
Steven Erlanger
Jerusalém é uma cidade feita de lutas e rivalidades - entre deuses, tribos e seus manipuladores.

Fala-se muito de paz por aqui. Mas às vezes, quando eu atravesso o estreito precipício moral, me movimentando entre um posto de controle militar aqui e um atentado suicida acolá, eu penso num velho provérbio russo: "Nós devemos lutar pela paz, mas lutaremos tanto que nenhuma árvore ficará de pé."

Há muito para se ver na Cidade Sagrada, o suficiente para confirmar qualquer preconceito. Mas quando eu exploro a cidade onde já resido por quase dois anos procuro encarar Jerusalém como um lugar onde exércitos e almas se enfrentaram, e se enfrentaram antes mesmo da chegada do monoteísmo, empoeirados e tostados de sol, vindos do deserto para subjugar, primeiro os jesuítas pré-israelitas e depois os romanos.

E eu tento vê-la por várias lentes, como é vista do Muro das Lamentações, com toda a sua carga de tragédia e redenção, e como é vista do novo muro de cimento, parte da barreira de separação erguida por Israel, com todos os seus ambíguos sinais de proteção e ocupação.

Até mesmo nos locais mais visitados, como no Monte do Templo, a área sagrada conhecida pelos muçulmanos como Haram al-Sharif, e na Igreja do Santo Sepulcro, percebe-se uma impressionante atmosfera de luta, das tribos e religiões que brigaram pelo direito à narrativa de Jerusalém e pela custódia de suas pedras cor de chá-com-leite, como que flamejantes ao nascer e ao por-do-sol.

Vim pela primeira vez a Jerusalém em 1983, quando os soldados israelenses cercavam Beirute, e freqüentemente a visitei, com dirigentes americanos que sob diversas formas manifestavam otimismo durante a era Clinton. Depois eu passei um mês por aqui durante a última guerra de verdade que ocorreu entre israelenses e palestinos, na primavera de 2002, no auge dos atentados suicidas e quando os soldados israelenses reocuparam a Cisjordânia, onde permanecem até hoje. Enquanto me apressava saindo de Belém até o local onde ocorrera um atentado suicida, perto de Tel Aviv, pensava "essa gente é louca" e especulava se algum dia ainda voltaria para cá.

Mas eis que em 2004 Yasser Arafat estava quase batendo as botas e Ariel Sharon planejava uma retirada unilateral de Gaza. Foi quando retornei como chefe do escritório do The New York Times.

Hoje, após uma longa trégua estabelecida com a maioria dos militantes palestinos, Jerusalem está mais calma. Mas os acontecimentos esse ano têm sido dramáticos - o derrame de Ariel Sharon, a formação de um governo palestino pelo Hamas e a eleição de um governo israelense comprometido com uma nova retirada da Cisjordânia.

Mas o nível da violência diminuiu - os turistas estão voltando, os restaurantes reabrindo e guias e motoristas de táxi andam mais satisfeitos em ambos os lados da cidade - no Oeste preponderantemente judeu e no Leste de maioria árabe.

Jerusalém está em paz mas não está em paz consigo mesma. Há um clima de ansiedade pelas ruas, e cada toque sonoro no celular ressoa com suspense. Quando eu viajo entre o Oeste e o Leste, especialmente num sábado, a cidade parece frágil, com suas ansiedades enclausuradas pelo muro que cerca a maior parte de Jerusalém e que atravessa uma região da cidade.

Para muitos viajantes, essa fragilidade é uma razão contundente para se visitar Jerusalém, para experimentar uma cidade extraordinária numa época extraordinária, e vê-la como uma cidade de contendas modernas, e não apenas como uma Disneylândia bíblica.

Uma visão geral>/b>

Com seu clima seco e morros altos, Jerusalém apresenta algumas vistas arrebatadoras que revelam milênios de mudanças.

Um dos meus locais favoritos é a Alameda Goldman, ao sul da cidade. Aberta já há 18 meses, fica perto do Monte do Mau Conselho (onde governantes judeus teriam aconselhado a morte de Cristo), onde já se instalaram os governantes britânicos e onde agora está a sede das Nações Unidas.

A vista de lá numa manhã recente era reveladora. À esquerda estava o vale de Kidron, onde por uma colina se espalha o trecho da cidade do tempo dos jebusitas que o Rei David transformou em sua própria capital. Acima dela está o Monte do Templo/Haram al-Sharif, com sua dourada Cúpula da Rocha, alinhada em harmonia com as abóbadas da mesquita de Al Aqsa.

Em direção ao Oeste está a Cidade Velha em todos os seus quadrantes, construída pelos romanos depois de eles terem arrasado um bairro judeu. Por lá também se estendem os muros da cidade e por lá se chega à moderna Jerusalém, a maior cidade de Israel e também uma das mais pobres. Ao centro fica uma ponta da Jerusalém Oriental e a cidade palestina de Abu Dis, onde alguns chegaram a pensar em instalar a capital da Palestina, e onde eu cheguei a visitar assustadoras ruínas de um prédio parlamentar inacabado, agora cheio de teias de aranha.

Olhando para a direita, em direção ao rio Jordão, há uma visão completa da barreira erguida por Israel, com suas estradas interrompidas, cercas eletrônicas e o muro de concreto, de uns oito metros de altura, seguindo pelas colinas e isolando Jerusalém das cidades palestinas de Belém e Beit Jala. É possível se avistar um longo trecho da barreira - o que talvez não estivesse nos planos dos homens que a ergueram. É uma boa metáfora sobre o lugar onde estamos - bons vizinhos podem até conviver bem com bons muros, mas não se os muros invadirem por demais a terra do vizinho.

No bairro judeu de Gilo, que fica ao sudoeste, numa área extensa e anexada à Jerusalém depois de1967, há o muro de concreto da rua Ahlama, pintado por imigrantes russos, que retrataram uma paisagem que passou a ficar escondida. O muro foi erguido para proteger uma escola maternal dos tiroteios em Beit Jala, que fica acima de Gilo, mas do outro lado do vale.

Avi Ben Hur, um americano convertido israelense que virou guia, me acompanhou até aqui e apontou para uma outra direção, quando estávamos perto da rua Haanafa. Numa colina que dá para um desordenado jardim de oliveiras, pertencente aos palestinos mas isolado de Beit Jala pelo muro, fica o bairro israelense de Har Homa, que mais parece uma gigantesca fortaleza de pedra. Construído por Israel depois do Acordo de Oslo de 1993, num terreno parcialmente desapropriado dos palestinos, esse bairro já foi palco de muitos conflitos, gerando protestos internationais.

Har Homa é também uma região que não pertencia a Jerusalém até 1967. Agora, com suas ruas cheias de curvas e lojas, mais parece um subúrbio. É o que os israelenses gostam de chamar de "fato consumado".

Na cidade de David

Eu vim para a Cidade de David não apenas para poder sentir como esse lugar começou, mas também para me lembrar de como até mesmo a arqueologia pode ser usada como arma na luta pela posse da terra.

Assim é Ur-Jerusalem, a pequena cidade jebusita onde David resolveu fundar sua nova capital, por volta do ano 1000 A.C, para unir as doze tribos de Israel; fica completamente fora dos atuais muros da chamada Cidade Velha. A estrutura escalonada de pedras do muro original protegia a cidade acima do Vale de Kidron (que era bem mais profundo) e guardava a Fonte de Gihon, manancial que viabilizou a cidade.

No momento acontece uma verdadeira batalha historiográfica nesse local em que os israelitas subjugaram os jebusitas, na Jerusalém Oriental anexada. A fundação judaica que administra o local estimula judeus para que vivam em Jerusalém Oriental, o que enfurece os palestinos que moram por aqui. Essa instituição também patrocina há mais de um ano uma importante escavação arqueológica, que poderá mostrar que o Rei David não foi apenas mais um chefe tribal que se instalou sobre uma colina empoeirada.

O sítio arqueológico faz parte de uma batalha política mais ampla sobre Jerusalém, como uma iniciativa para tornar mais explícitas as raízes locais do Judaísmo e também para respaldar a justiça da criação de um estado judeu por aqui após a Segunda Guerra Mundial. Isso também envolve uma disputa arqueológica em torno de uma questão - seria a Bíblia um guia histórico correto ou uma fábula moldada de acordo com objetivos políticos?

A arqueóloga Eilat Mazar me disse porque acredita que pode ter encontrado as ruínas do palácio do rei David: "A Bíblia diz que, quando os filisteus vieram para a luta, o rei desceu de sua casa até a fortaleza", diz Eliat. "Talvez isso signifique alguma coisa, talvez não. Mas , eu pensei, desceu de onde? Provavelmente do lugar onde ele morava, do palácio dele. Achei que ali estava uma pista."

Outros arqueólogos acreditam que ela pode ter encontrado a Fortaleza de Sião, que David conquistou, ou então algum outro prédio histórico. Mas todos concordam que a descoberta é importante - trata-se de um grande prédio público do século 10 AC, dos tempos de David e Salomão.

Eu observo Eilat Mazar e sua equipe trabalhando num autêntico sítio arqueológico e, apoiado numa plataforma de metal, contemplo os muros espessos, de mais de dois metros de largura, que eles encontraram.

Mais abaixo no sítio da escavação também podemos observar ruínas do extenso complexo de represa e túneis contruído pelo rei Hezekiah no ano 700 AC, que garantia o fornecimento das águas da Fonte de Gihon para o lado de dentro dos muros, quando a cidade estava sitiada pelos assírios, e que também servia para esconder a fonte dos olhos inimigos. A grande cisterna parece ser do período caananita e fico imaginando como armazenava as águas há dois milênios. Percebo a ironia da presença dos trabalhadores palestinos, que se consideram descendentes dos caananitas, trabalhando para a AutoridadeIsraelense de Arqueologia numa área turística controlada por uma fundação que quer trazer mais judeus para Silwan, o bairro onde eles vivem.

Silwan é uma corruptela do nome original da piscina de Siloam , que é onde vai dar o túnel de cerca de 500 metros. Construída por Herodes e só descoberta recentemente, é a piscina onde Jesus disse ao homem cego que lavasse seus olhos e enxergasse, segundo João versículo 9. Contemplando essas pedras que durante dois mil anos não viram a luz do sol, e sob uma delicada marquise em forma de um trevo de três folhas, fico imaginando a beleza da cidade antes de ela ser arrasada pelos romanos depois da grande revolta popular, no ano 70 DC.

Eu saí do sítio arqueológico, próximo à piscina de Siloam, e fui andando até uma poeirenta rua palestina, onde meninos jogavam futebol sob o calor do sol de março. Enquanto ia até um quiosque em busca de água, percebi uma espécie de manilha rudimentar envolta em arame, semelhante a um cano de esgoto. Na verdade era uma tubulação da Fonte de Gihon, construída originalmente para represar água para os campos do vale de Kidron.



A Igreja do Santo Sepulcro é ao mesmo tempo um lugar sagrado e uma maluquice, com sua inusitada mistura de estilos arquitetônicos e com suas furiosas batalhas entre cristãos sobre liturgias, horários de cerimônias e até sobre a manutenção do templo.

Se decidissem, por exemplo, alterar a posição de uma simples escada claudicante sob um vitral da entrada, isso causaria um furor porque alteraria um acordo "status quo" de 1852, estabelecido pelas igrejas numa época em que a região estava sob domínio dos otomanos. A cada Páscoa ortodoxa, os armênios e os gregos brigam por causa da cerimônia do Fogo Sagrado no local onde acredita-se que estava a tumba de Jesus, e de vez em quando a polícia israelense precisa intervir para separar os clérigos brigões.

O livro de Victoria Clark sobre a igreja, "Holy Fire: The Battle for Christ's Tomb" (Fogo Sagrado: A Batalha pela Tumba de Cristo) (Macmillan 2005), entra em detalhes sobre essas pendengas - a guerra pelo capacho, as batalhas pelas cadeiras santas. Se um cristão da Igreja Copta Egípcia ousar colocar uma cadeira no Jardim Etíope já não poderá dar muitos palpites na luta por um espaço na abóbada.

Mas esse também é o local onde há muito tempo os pagãos romanos foram mal sucedidos ao tentar controlar os judeus rebeldes e a nova seita dos cristãos. Os romanos, assim como os americanos, segundo Avner Goren, guia e arqueólogo, tiveram idéias próprias a respeito da melhor forma de organizar comunidades humanas, o que se refletiu em cidades construídas sob certas formas e condições sanitárias, sempre com ruas estreitas e muros. "Eles trouxeram sua própria verdade única a esse lugar cheio de fés e verdades próprias", diz o arqueólogo, apontando para o local da nova cidade erigida pelos romanos, que agora é a "Cidade Velha".

O esforço romano para erradicar os primeiros cristãos durou uns 250 anos. No final das contas Constantino decidiu se aborrecer menos no campo religioso, junto com a mãe Helena, e construiu uma nova igreja onde Jesus foi crucificado, lá onde Adriano havia erguido um templo para Afrodite.

"Tudo o que sobrou de autenticamente romano por aqui", diz Goren, "é o formato das estradas."

O Monte do Templo

As disputas sobre o Monte do Templo/Haram al-Sharif - onde Abraão quase sacrificou Isaac, onde estavam os templos judaicos e onde Maomé ascendeu aos céus - são tipicamente fundamentalistas, com fanáticos muçulmanos e judeus querendo fulminar os adversários.

Mesmo assim esse é um dos meus locais favoritos em Jerusalém - bem verde, arborizado e de uma calma enganadora.

Enquanto estou sentado numa pedra observando as intrincadas inscrições nos tijolos da Cúpula da Rocha, alguns judeus planejam a destruição dessa igreja e da mesquita Al Aqsa, para a construção de um terceiro templo. Alguns cristãos evangélicos esperam que isso aconteça, acreditando que aí então Jesus irá voltar. Alguns muçulmanos estão convencidos de que os judeus escavam por lá para criar uma nova sinagoga. Já os judeus estão contrariados porque em 1996 os muçulmanos escavaram o Monte dos Estábulos de Salomão para fundar uma nova mesquita subterrânea, a Marwani. É aqui nesse solo, reverenciado tanto pelo Judaísmo quanto pelo Islamismo, onde Jerusalém está mais dividida - e onde a cidade é mais volátil.

E é aqui onde Ariel Sharon fez uma visita polêmica em setembro de 2000, o que segundo muitos muçulmanos deflagou a segunda (Al Aqsa) intifada. Desde então, os não-muçulmanos não podem mais entrar nas mesquitas do Haram al-Sharif sem permissão.

Apenas um oitavo do Muro Ocidental é visível da praça onde os fiéis se reúnem. Para poder ver um pouco mais, e com maior privacidade, eu gosto de atravessar o subterrâneo Túnel do Muro (claro que com hora marcada), que acompanha uma rua de dois mil anos ao longo da barreira, e que vai sair em plena Via Dolorosa.

Quando Israel abriu o túnel em 1996 sem pedir licença às autoridades islâmicas, aconteceram muitos confrontos e cerca de 100 mortos. Atualmente, quando cai a tarde, quanto mais o túnel se aproxima do local onde está o Santuário Sagrado, mais pessoas rezam junto às imensas pedras do período herodiano.

Eu também gosto de visitar outro ponto de observação do muro, mais reservado e menos conhecido, próximo ao Portão de Ferro. É conhecido como Hakotel Hakatan, com um cartaz escrito apenas em hebreu. Nesse local homens e mulheres não são segregados, e é lá que muitos ultra-ortodoxos vêm rezar. Eu os observo, enquanto o muro se ergue ali bem alto e residências árabes nos cercam em três direções diferentes.

A barreira da separação

Vale também conhecer o outro muro de Jerusalém, que os israelenses chamam de cerca de segurança e os palestinos de muro do apartheid. Na verdade, dos mais de 500 quilômetros de barreira erguida em termos provisórios apenas 5 por cento são formados por um muro de concreto, sendo que a maior parte desse trecho está dentro da cidade ou ao redor de Jerusalém.

Eu tento observar a barreira tanto do lado palestino quanto do lado israelense. Mas, seja qual for sua utilidade, ela é como uma feia cicatriz na paisagem física e mental da cidade, ou mais que isso. Num momento Israel insiste que é temporária, para num outro momento afirmar que é uma fronteira prospectiva. Os palestinos abominam a barreira por anexar uma terra que consideram como deles. Além disso, muitos jerusalemitas, palestinos que vivem aqui há várias gerações, odeiam o muro porque isola alguns de seus bairros do centro da cidade, os obrigando a passar pelos postos de controle militar.

Muitas vezes eu levo os visitantes até o norte da cidade, pela estrada construída sobre a fronteira pré-1967, entre a Jerusalém Ocidental israelense e a Jerusalém Oriental jordaniana, depois do velho Portão de Mandelbaum e do American Colony Hotel, na direção de Ramallah. Mas ao chegar lá logo se encontra o muro dividindo a rua, com um intenso movimento comercial e o burburinho no posto de controle militar de Qalandiya. Algumas vezes eu nem atravesso o posto militar. Eu apenas fico por ali observando as pessoas enfrentando a poeira ou a lama, sendo interrogados ou revistados de uma forma que, embora humilhante, algumas vezes impede terroristas de atingirem seus objetivos.

Esse é o olhar mais revelador que eu posso apresentar sobre essa cidade de tantas batalhas. Porque, no final de contas, viajar é encontrar.

Onde o passado e o presente se misturam

Segundo os preços no dia 3 de abril, para se viajar do Aeroporto Kennedy em Nova York até o Aeroporto Ben-Gurion em Tel Aviv gastava-se menos de U$ 1.000, numa viagem de ida e volta pela Continental ou pela El Al, com passagem comprada com um mês de antecedência. De lá você pode viajar para Jerusalem, a menos de 40 quilômetros de distância, de táxi, que custa de 200 a 220 shekels (de U$44 a U$49, com o dólar cotado a 4,5 shekels). Um sherut, táxi-caminhonete compartilhado, custa cerca de U$ 10. Muitas vezes os preços são orçados em dólares ou euros e não em shekels.

Onde ficar

As duas escolhas óbvias são o Hotel Rei David em Jerusalém Ocidental (9722-620-8888; www.danhotels.com) e o American Colony Hotel na estrada de Nablus na Jerusalém Oriental (9722-627-9777; www.americancolony.com). Ambos são elegantes, com uma comida acima do medíocre. O Rei David, onde a diária para duas pessoas vai de U$ 298 até U$ 444, tem uma das varandas mais agradáveis da cidade; o American Colony, com a diária para duas pessoas a partir de U$ 255, tem o jardim mais charmoso da cidade.

Entre as alternativas mais baratas estão o YMCA Three Arches (9722-569-2692; www.ymca3arch.co.il), perto do Rei David; há também o Ambassador, estrada de Nablus, Sheikh Jarrah (9722-541-2222, www.jerusalemambassador.com), e o Austrian Hospice ( 37 Via Dolorosa, 9722-626-5800, www.austrianhospice.com).

O que ver por lá

Para conhecer a Cidade de David (9722-626-2341, www.cityofdavid.org.il) paga-se 23 shekels (cerca de U$ 5) para visitação por conta própria, 50 shekels por um tour guiado ou 260 para um tour com guia particular. No Parque da Arquitetura de Jerusalém (Davidson Center, 627-7550; www.archpark.org.il) perto do Portão de Dung , a entrada custa 30 shekels. A Igreja do Santo Sepulcro, na rua Helena no bairro cristão, está aberta das 5 da manhã às 7 da noite. Os tours devem ser reservados no Túnel do Muro Ocidental (9722-627-1333; www.thekotel.org). Há grupos organizados apenas para mulheres, após a meia-noite. O preço é de 18 shekels.

Já o posto de controle militar de Qalandiya está aberto 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. Marcelo Godoy

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