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29/06/2006

Cézanne, morto há um século, ainda é um guia perfeito para a região da Provença

The New York Times
Barbara Ireland
Talvez a colina não fosse assim tão íngreme. Mas a verdade é que cada uma das casas modernas e caras que eu fui avistando lentamente pelo caminho estava bem acima da residência do vizinho de um lado e bem abaixo da casa do vizinho do outro lado. Ao meio-dia num belo dia de final de primavera no coração da Provença, o sol bem quente acentuava a inclinação do terreno. Esbaforida subindo essa estrada estreita, enquanto as cigarras cantavam e de vez em quando um pequeno Renault passava pela estrada, eu tive uma iluminação: Paul Cézanne não era apenas um artista; ele era um atleta.

No pequeno parque deserto lá no alto da colina, uma trilha subia meio em ziguezague, definida por pedras brancas e plantas floridas de doce aroma, normalmente disputadas pelas abelhas. Mas pegadas e pneus de bicicletas já haviam marcado um caminho pela relva, sempre para cima até o ponto em que, finalmente, era hora de parar e olhar para trás.

E lá estava o panorama que Cézanne, já nos seus 60 anos e portando cavalete e pincéis, descortinou do alto de seu estúdio para pintar, dia após dia, até chegar ao ponto da obsessão. Linhas ondulantes compostas de pinheiros e ciprestes escuros delimitavam campos em tons pastéis, descendo por vários quilômetros, numa evidência, à luz clara que está tão associada a Provença, de quantas ricas tonalidades podem surgir a partir do simples termo "verde". Coberturas com telhas vermelhas brilhavam, vindo de pequenas casas bem distantes. E, além disso tudo, resplandecendo sob o céu azul brilhante, estava a montanha de Cézanne, o Mont Sainte-Victoire.

Umas poucas semanas antes, ainda em Washington, eu vagava, maravilhado, pela exposição "Cézanne na Provença" na National Gallery, um dos vários eventos que acontecem esse ano para marcar o 100o aniversário da morte do artista.

De vez em quando eu me misturava à multidão de espectadores que portavam aparelhos reprodutores de áudio e que lançavam olhares estudados em direção às obras; em outros momentos eu remava contra a corrente, para poder dirigir mais um olhar em direção a uma pintura linda demais para não ser vista novamente - o bosque de árvores escuras que foi emprestado pelo museu Pushkin de Moscou, ou a paisagem de casa e castanheiras pertencente a um colecionador particular incrivelmente sortudo e, finalmente, quatro pinturas impressionantes feitas a partir de um mesmo ponto exato, com o Mont Sainte-Victoire evoluindo cada vez mais, e de maneira resoluta e eloqüente, em direção à abstração, conceito que Cézanne foi o primeiro a imaginar, embora não tenha vivido para vê-lo plenamente realizado. É claro que Cézanne não foi o único artista que se sentiu atraído pela Provença.

Mas, ao contrário de Van Gogh, Picasso e Matisse, que vieram todos a fixar residência na região para poder pintar no sul da França, Cézanne foi um provençal nativo, íntimo da paisagem, de corpo e alma. Mais que ninguém, ele é o responsável pela imagem tão difundida da Provença como uma espécie de paraíso de cenas rurais, formado de pequenas casas de tonalidade ocre e de grandes blocos de pedra espalhados entre sítios bem pacíficos. Mesmo assim ele não foi um romântico. Se percebesse que uma pintura estava ficando embelezada, ainda que ligeiramente, ele a dissolvia com uma espátula. Estava mais interessado em dar passagem a uma beleza mais autêntica, e ele estava certo de que vira essa beleza em sua casa na região de Aix-en-Provence.

Um incrível guia de turismo na Provença

"Fiquem tranqüilos, este aqui é o sul da França", disse sorrindo Henri Pons, o secretário-diretor de turismo de Aix, quando duas novatas na Provença, eu e minha filha, perguntamos se era preciso ter ingressos antecipados para conhecer a casa da família de Cézanne e o galpão abandonado onde ele pintou por um período, ambos abertos pela primeira vez esse ano para visitas guiadas e bem interpretadas. "Vocês devem reservar antecipadamente", disse Pons, "mas se decidirem ir direto para lá, provavelmente deixarão que vocês entrem."

Não foi esse o primeiro aviso de que não estávamos em Paris. Até mesmo os motoristas em volta da principal rotatória de tráfego da cidade pareciam mais tranqüilos, como se considerassem a direção agressiva, esse esporte tão tipicamente francês, mais como um jogo de futebol de vizinhança do que uma partida do torneio Super Bowl. Não havia muitos lingüistas por perto, e eis que nosso francês falado dos tempos do ensino médio estranhamente interagia com o inglês de ensino médio dos cidadãos de Aix.

Ainda bem que a maioria das pessoas parecia estar embebida do por-do-sol local, e logo logo passamos a beber essa mesma bebida - a ponto de a cada manhã percebermos estar um pouco menos tensas.

Nós resolvemos aparecer em Jas de Bouffan, um nobre sobrado de três andares que reconhecemos das pinturas, assim que passamos pelo portão principal sob um túnel de plátanos, árvores majestosas. Vocês não tem reservas? Hmm, bem, podemos dar um jeito. Quase que imediatamente, à nossa frente se materializou uma moça traduzindo um texto para o inglês, enquanto nos juntávamos aos visitantes franceses que viam imagens de Cézanne projetadas na parede nua. O detalhe curioso é que o próprio pintor havia pintado aquelas imagens, num cavalete instalado naquele mesmo canto.

Como autêntico cavaleiro de Cézanne, eu já conhecia as histórias. O Jas de Bouffan foi erguido em 1730 com as pedras de tom dourado do próprio local; o pai de Cézanne comprou a sede em 1859, quando ele estava em algum ponto de sua ascensão social entre aprendiz de chapeleiro e a condição de próspero banqueiro. Nessa época, o filho único Paul tinha 20 anos. A guia nos conduziu até o jardim e a piscina refletora, por onde passamos para observar melhor a casa elegante, vista à sombra das castanheiras. Quando os Cézannes viviam por aqui, havia ainda uma vista que dava para o Mont Saint-Victoire. Não é à toa que Cézanne vivia saindo de Paris para ir em casa pintar um pouco no quintal.

O cenário lembrava as pinturas, mas nem tanto, e não só porque algumas coisas mudaram na região. Aqui, se compararmos a realidade atual com o que mais lembramos das pinturas, fica parecendo que o artista refinava a paisagem, ao mesmo tempo em que a reduzia aos elementos mais essenciais. "Cézanne não é fácil", escreveu o crítico de artes Michael Kimmelman no jornal The New York Times em 1996, considerando o pintor ao mesmo tempo "desafiador" e "tocante". Só que não é nem um pouco difícil se tornar um fã de Cézanne.

O sobrado Jas de Bouffan foi também onde começou a longa série de problemas entre Cézanne e o pai. O senhor Cézanne , que não era propriamente um admirador da arte, queria que Paul herdasse o comando do banco. No final das contas, o pai desistiu e apoiou Cézanne em sua vida de pintor, mas relutantemente, mantendo as rédeas curtas e uma mesada bem magra durante 25 anos. No retrato que Cézanne fez do pai na casa de Jas, que faz parte da exposição em Washington, parece que estamos diante de um homem que tem contas a acertar.

A hospitalidade do sul da França voltou a funcionar na pedreira de Bibemus, onde chegamos um tanto tarde, após ficarmos agradavelmente perdidas por horas entre campos verdejantes salpicados de papoulas vermelhas. Nossa reserva já havia caducado, mas mesmo assim nos deixaram acompanhar um grupo de turistas franceses e seu guia bem animado, por um cenário quente e árido feito de trilhas poeirentas com pinheiros retorcidos e grandes blocos de pedra em tom dourado.

A pedreira já estava abandonada quando Cézanne passou por aqui pela primeira vez com seu colega de escola Emile Zola (é, aquele Zola mesmo), se iniciando nas atividades atléticas. Depois ele voltou nos anos 1890 só para pintar, fascinado que estava pelas imensas pedras em forma de cubo soltas pelos pastos íngremes e verdes. Diante de uma velha e rústica casa de pedras que ele alugava, o guia nos mostrou algo que talvez não devesse ser uma surpresa - mais uma vista estonteante da montanha Sainte-Victoire.

Como típicos molóides se comparadas a Cézanne, que em seus anos de juventude caminhava no mínimo da cidade até aqui, nós entramos alegremente no carro com ar condicionado, sendo conduzidas até Aix. Agora era hora de uma experiência mais urbana.

Cidade universitária de 140 mil habitantes, Aix se ergue a partir de um núcleo de prédios do século 18, construídos com pedras douradas da pedreira de Bibemus. Plátanos bem altos margeiam a cours Mirabeau, avenida com fontes esfuziantes cortada por antigas ruas sinuosas, agora dedicadas às compras e vendas do século 21.

Cézanne encontrava amigos para jantar no Les Deux Garcons, aberto na avenida desde 1792 (embora, como notório solitário, não fosse o típico freqüentador de cafés). Agora ali é ponto de encontro de estudantes cheios de estilo, de elegantes casais mais velhos e dos inevitáveis turistas. Há mesas do lado de fora, porém mais atraente é o salão de refeições clássico, decorado com bom gosto sem modernismos, mantidos o pé direito alto e elegantes detalhes em dourado.

Nosso garçom urbano, bem magro e vestindo um longo avental branco, nos presenteou com uma versão digna do genial sorriso provençal, enquanto nos servia o vinho branco bem frutado.

Optamos por uma refeição de verdade, começando por um suculento gazpacho servido numa taça comprida. A entrada com peixes era um "poisson selon arrivage", uma porção com purê de batatas deliciosamente temperado e postas de bacalhau. Como sobremesa, fizemos o sacrifício de experimentar a mousse de chocolate, bem escura e suculenta.

O garçom perguntou de onde éramos. "Ah, Nova York", ele disse após a nossa resposta com uma expressão sonhadora, fechando os olhos, levando os dedos até os lábios, e estalando um beijo no ar. Levou um tempo para que a gente se desse conta de que tem gente que realmente teria a intenção de sair de Aix-en-Provence.

Novamente na cidade uns dias depois, paramos do lado de fora de uma loja, numa ruazinha estreita cheia de pedestres, e conversamos sobre Cézanne com Marci Hohenstein, uma animada cidadã aposentada vinda de Blaine, estado de Washington, que estava viajando pela Europa com orçamento apertado e espírito de aventura. Ela estava ali pela loja em busca de sapatos confortáveis (importantes para se enfrentar as pedras no calçamento de Aix), mas se estava na cidade era por causa de Cézanne.

"Eu fiz algumas aulas de arte e adoro o trabalho dele", disse a turista. "Eu quero ver os locais onde ele pintava. Quero ver as paisagens rurais." Ela e um amigo, Harry Huvner de Escondido, na Califórnia, após seguirem os passos percorridos pelo pintor na cidade, estavam com uma visita marcada naquela tarde, num roteiro dedicado a Cézanne.

Era dia de mercado, e ao nosso redor uma multidão bem disposta empurrava carrinhos de compras e carrinhos de bebês. Havia três praças centrais cheias de supermercados, abarrotados de comida fresca: legumes da horta, morangos, carne recém-cortada, ostras, codornas vivas em gaiolas, ervas, mel e versões artesanais da pasta de amêndoas local chamada de calisson. Ouvimos falar que a atmosfera no mercado de Aix fica mais pesada no verão devido aos vários ônibus com turistas, mas nesse dia de maio os únicos evidentes estrangeiros estavam todos ao redor de um guia que carregava um cartaz escrito em italiano. Cézanne não nos deixou registros dessa cena mercantil para qualquer comparação; ele não chegou a pintar mercados tão coloridos já que preferia as cenas mais rurais. Mas, descontando os sacos de plástico à mostra, o mercado que observávamos não devia ser muito diferente dos que existiam na época do pintor.

Depois nós paramos num café Le Pain Quotidien e aí nos demos conta de que, logo ali perto, alguns peixeiros haviam começado a limpar suas tendas. Mas isso não incomodava as famílias nativas e os casais que tomavam o café da manhã disposto nas bandejas em mesas na varanda, e aí resolvemos acompanhá-los. O pão era fresco e delicioso, à altura das melhores padarias de Paris; os molhos eram fartos - não apenas manteiga e geléia, mas também com potes de chocolate líquido, em diversos tons entre o marrom e o branco.

Já empanturrados, saímos do mercado com destino a uma atração mais leve - um luxuoso spa construído no local onde, no segundo século depois de Cristo, funcionavam os banhos romanos de Aix. No lobby trabalhado em tijolos, observamos as ruínas preservadas por detrás do vidro e provamos a água mineral. Mas perdemos a oportunidade de acompanhar os clientes de aparência serena que faziam o spa em seus elegantes robes.

Ainda faltava percorrer outras aldeias do roteiro: Le Tholonet, onde Cézanne apreciava um pequeno restaurante agora chamado Le Relais Cézanne. Faltava também visitar Gardanne, onde ele pintou pequenas casas de pedra como se estivessem numa série de caixas, deflagrando o processo de observação que Picasso e Braque transformaram em cubismo. E também pela frente havia L'Estaque, velha aldeia de pescadores próxima à Marselha, para onde Cézanne fugiu, evitando o alistamento militar da guerra franco-prussiana. Foi o local onde mais tarde Cézanne escondeu a mulher e o filho para que não fossem conhecidos pelo pai do pintor. A cidade proporcionou à Cézanne suas únicas telas marinhas, e tanto Renoir como Monet estiveram lá para pintar com ele.

O próprio Cézanne não chegou a vagar muito pela Provença. Mesmo assim, em nossa veneração a Cézanne seguimos para uma aldeia mais distante, Les Baux, com sua fortaleza medieval no topo de uma montanha. Apenas 485 pessoas vivem por lá o ano inteiro, mas a aldeia recebe um milhão e meio de visitantes por ano. Pudemos perceber o motivo de tantas visitas ao nos afastarmos das claustrofóbicas vielas de pedra para contemplar, do alto da fortaleza, um vale repleto de oliveiras.

Mas nós estávamos ali era para conferir as "Cores de Cézanne", exposição atualmente em cartaz na Catedral das Imagens, poucos passos abaixo da fortaleza. Em parte museu, em parte teatro e literalmente cavernoso, o local é um estranho espaço de exposições em forma de torre, encravado num monte de pedras acizentadas. Reproduções fotográficas de pinturas são projetadas sobre um cenário gigantesco que abrange paredes, teto e o piso. A proposta é que o visitante vague pelas imagens como se estivesse dentro delas.

No começo é muito escuro, e dentro da caverna ficamos felizes por ter trazido os nossos casacos. "Froid!" ("frio" em francês), disse uma mulher de cabelos grisalhos com o suéter nas costas enquanto entrávamos no espaço, numa tarde de muito calor.

Mas embora isso tudo seja um tanto inusitado, quando você se aclimata o conjunto funciona. Cézanne passava a nos envolver, e a luz tão clara projetada nas paredes acinzentadas era mais fiel às cores do artista do que costuma aparecer em qualquer impressão ou capa interna de livro. Eram bem mais próximas das tonalidades complexas e misteriosamente belas presentes nas pinturas - enfim, eram as cores da Provença.

"A pintura ganha forma a partir da cor", dizia Cézanne. "Essa é a idéia". E rodeada pelas árvores verdejantes, pedras douradas e mar tão azul, todas imagens expandidas para dimensões gigantescas nessa Catedral, com a música coral tão enlevada ecoando pelas pedras...assim até mesmo o fã de Cézanne com menor pendor artístico começa a ter uma boa idéia dessa idéia.

CONTEMPLANDO CÉZANNE

O evento principal desse Ano Provençal de Cézanne, por ocasião do 100o aniversário da morte de Paul Cézanne, é "Cézanne na Provença", uma exposição com 120 de suas pinturas e aquarelas pintadas na cidade e na região de Aix-en-Provence. A exposição saiu de Washington em maio e abriu esse mês em Aix que, apesar de ser a cidade natal de Cézanne, normalmente conta com apenas oito de seus quadros em acervos locais. A exposição irá até dia 17 de setembro no museu Granet, na place Saint-Jean-de-Malte, proporcionando aos viajantes uma rara oportunidade de ver os trabalhos de Cézanne nesse verão do hemisfério norte e depois conhecer os lugares onde os quadros foram pintados.

Os ingressos são específicos para um determinando dia e hora, e cada um custa 10 euros (cerca de R$ 29, com o euro cotado a R$ 2,88) para adultos e 7,50 euros para estudantes de 13 a 25 anos; o ingresso é grátis para as crianças. Os ingressos podem ser comprados fora da França através de uma agência local da loja FNAC pelo número 33-1-41-57-32-12 ou então em Aix-en-Provence na secretaria de turismo local, que fica no número 2 da place du General de Gaulle, 33-4-42-16-10-91, www.aixenprovencetourism.com.

Segundo Henri Pons, o secretário de turismo de Aix, já em meados de maio era difícil conseguir ingressos para junho, embora houvessem muitos disponíveis para julho em diante. Os viajantes devem primeiro reservar o dia e hora desejados para ver a exposição para só depois reservarem vôos e hotéis, segundo Hubert Dalbeau, gerente do hotel Best Western Le Galice de Aix-en-Provence.

Já os ingressos para Jas de Bouffan, o estúdio de Cézanne e a pedreira de Bibemus, que custam 5,50 euros cada um, além de outros roteiros combinando locais da vida e obra de Cézanne, estão disponíveis na secretaria de turismo de Aix.

CHEGANDO LÁ

Várias companhias aéreas tem vôos entre cidades americanas e Marselha, que é o aeroporto mais conveniente para se chegar em Aix-en-Provence. Uma pesquisa feita na internet no começo de junho indicava preços de vôos saindo de Nova York no final de junho a partir de U$1.150 (cerca de R$ 2.530).

ONDE FICAR

Aix-en-Provence tem dúzias de hotéis, pousadas e "bed and breakfasts", assim como apartamentos para locação semanal.

O Le Grand Hotel Mercure Roi Rene, 24, no boulevard du Roi Rene, 33-4-42-37-61-00, www.mercure.com, é um hotel completo, bem perto do centro histórico de Aix. Em junho e julho, quartos duplos saem a partir de 215 euros.

Já o Best Western Hotel Le Galice, 5-7 route de Galice, 33-4-42-52-75-27, perto do sobrado de Jas de Bouffan e das principais estradas que saem da cidade, é um hotel bem administrado ao estilo americano e bem avaliado pelos turistas franceses. Os quartos duplos saem a partir de 140 euros em junho e julho.

E o Le Manoir, 8, rue d'Entrecasteaux, 33-4-42-26-27-20, uma opção econômica no coração da velha cidade de Aix , é um mosteiro adaptado para o turismo. Os quartos duplos custam a partir de 70 euros, durante o ano inteiro.

Para uma experiência mais rural, com refeições na base do "tudo incluído", fique num dos quartos do hotel-restaurante Relais Sainte-Victoire, avenue Sylvain Gautier em Beaurecueil, 33-04-42-66-94-98. O preço dos quartos varia de 61 a 100 euros durante o ano inteiro.

ONDE COMER, BEBER E RELAXAR

O restaurante Les Deux Garcons, 53, cours Mirabeau, 33-4-42-26-00-51, serve três refeições por dia, tanto em seu salão clássico bem preservado quanto em mesas na varanda. Uma refeição com três pratos, sem o vinho, sai por 27,80 euros.

No Relais Sainte-Victoire, um jantar em quatro etapas para duas pessoas, com uma taça de vinho para cada pessoa, custava 72 euros.

Já o Le Pain Quotidien, 5, place Richelme, 33-4-42-23-48-57, serve café da manhã em bandeja com pães e complementos, com café ou chá, por 9 euros.

Sextius Thermal Baths, 55, cours Sextius, 33-4-42-23-81-82. O preço médio para os tratamentos no spa é de 100 euros por dia.

EM OUTROS LOCAIS DA PROVENÇA

Roteiros artísticos em L'Estaque são oferecidos na secretaria de turismo de Marselha, 33-4-91-13-89-00; www.marseille-tourisme.com.

A Cathedrale d'Images, Route de Maillane, Les Baux de Provence, 33-4-90-54-38-65, exibe "As Cores de Cézanne" até dia 7 de janeiro. O ingresso custa 7,30 euros. Marcelo Godoy

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