UOL Notícias Internacional
 

20/05/2008

Álcool e cigarro aumentam risco de desenvolver mal de Alzheimer

The New York Times
Eric Nagourney
Pessoas com tendência a desenvolver mal de Alzheimer podem acelerar sua chegada se beberem ou fumarem demais, apontam pesquisas.

Os estudos observaram a forma mais comum da doença, o mal de Alzheimer com aparecimento tardio, que os médicos acreditam ser ativada por diversos fatores independentes ou relacionados.

Para esse estudo, apresentado em conferência recente da American Academy of Neurology, os pesquisadores observaram três possíveis fatores: consumo de álcool, tabagismo e um gene chamado APOE. Os pesquisadores examinaram mais de 900 pessoas com chances possíveis e prováveis de desenvolver mal de Alzheimer, perguntando a membros da família sobre seus hábitos de consumo de álcool e tabagismo e testando-os para o gene.

Eles descobriram que pessoas que afirmaram beber mais de duas doses de álcool por dia desenvolveram a doença quase cinco anos antes das que bebiam menos, em média. Fumantes inveterados tiveram a doença 2,3 anos antes. O gene APOE estava associado ao aparecimento da doença três anos antes. Muitos fumantes, é claro, gostam de beber. Quando isso acontecia, o risco era ainda maior, afirmaram pesquisadores.

Há algumas explicações para o que pode estar acontecendo, disse um dos pesquisadores, Dr. Ranja Duara da Mount Sinai Medical Center em Miami Beach. Duara disse que o hábito de fumar por si só tem dois efeitos que podem contribuir para o mal de Alzheimer. Um é a relação do tabagismo com doenças cardiovasculares. O outro é a ligação com estresse oxidativo, um aumento na destruição dos radicais livres do corpo. The New York Times News Service

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