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O dia em que o assessor de Trump defendeu que islã e laicismo são ameaças

Scott Shane

  • Hilary Swift/The New York Times

    20.jan.2017 - Stephen Bannon (esq.), estrategista-chefe da Casa Branca, e Reince Priebus, chefe de gabinete do presidente, na manhã da posse de Donald Trump

    20.jan.2017 - Stephen Bannon (esq.), estrategista-chefe da Casa Branca, e Reince Priebus, chefe de gabinete do presidente, na manhã da posse de Donald Trump

Stephen K. Bannon, o ex-chefe da "Breitbart News" e atualmente estrategista-chefe do presidente Donald Trump, foi o principal motivador para a rápida assinatura pelo presidente da ordem executiva (algo semelhante a uma medida provisória no Brasil) de imigração na sexta-feira (27), que causou uma tempestade política. No centro da preocupação dos críticos está a percepção de que a ordem visava os muçulmanos, apesar de Trump ter dito no fim de semana que não se tratava de uma "proibição a muçulmanos", notando que visava apenas sete de cerca de 50 países de maioria muçulmana.

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