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Escândalo sobre escola de direita no Japão envolve mulheres ligadas ao premiê

Motoko Rich

Em Tóquio (Japão)

  • Jeremie Souteyrat/The New York Times

    A primeira-dama do Japão, Akie Abe (centro), em um evento de arrecadação de recursos para a Asian University for Women, em Tóquio

    A primeira-dama do Japão, Akie Abe (centro), em um evento de arrecadação de recursos para a Asian University for Women, em Tóquio

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, dedicou uma parte significativa de sua agenda de governo a planos para dar mais poder às mulheres. Mas um escândalo sobre alegações de que um grupo de educação de direita recebeu favores políticos inadequados envolveu duas das mulheres mais proeminentes na vida de Abe: sua própria mulher, Akie Abe, e sua ministra da Defesa, Tomomi Inada.

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