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Ataques a igrejas no Egito minam promessa de segurança do presidente antes da visita do papa

Magdy Samaan e Declan Walsh*

Em Tanta (Egito)

  • Mohamed Abd El Ghany / REUTERS

Sacudindo um país que já está lidando com uma economia em dificuldades e um mal-estar político cada vez mais profundo, os dois atentados a bomba suicidas que mataram 44 pessoas em igrejas coptas no Egito, no Domingo de Ramos, levantaram o espectro de um maior derramamento de sangue sectário liderado pelos militantes do Estado Islâmico.

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