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"Sherlock Holmes do genocídio armênio" descobre evidência perdida

Tim Arango

  • Bryan Denton/The New York Times

    O interior destroçado e abandonado de um monastério armênio, ao norte de Diyarbakir, na Turquia

    O interior destroçado e abandonado de um monastério armênio, ao norte de Diyarbakir, na Turquia

Por mais de um século, a Turquia tem negado qualquer papel na organização do massacre de armênios, que os historiadores há muito aceitam como sendo um genocídio que teve início em 1915, enquanto a Primeira Guerra Mundial se espalhava pelos continentes. A narrativa turca de negação se apoiava no argumento de que os documentos originais dos tribunais militares pós-guerra, que condenaram os planejadores do genocídio, não podiam ser encontrados.

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