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Em livro, mulher que quebrou tabu ao dirigir carro chama sauditas para 'despertar'

Somini Sengupta

Em Oslo (Noruega)

  • NATHAN BAJAR/NYT

    Manal al-Sharif, defensora do direito das mulheres na Arábia Saudita, em Nova York

    Manal al-Sharif, defensora do direito das mulheres na Arábia Saudita, em Nova York

Manal al-Sharif tinha 14 anos quando queimou as fitas-cassete dos Back Street Boys de seu irmão. Depois foram as revistas de moda de sua mãe. Ela deixou de desenhar figuras humanas e de ler suas queridas novelas de Agatha Christie. Havia aprendido que essas coisas eram proibidas, segundo a variedade puritana do islamismo que na época dominava seu país, a Arábia Saudita. Muitas coisas eram proibidas para mulheres e meninas, como lhe ensinaram: aparar as sobrancelhas, repartir o cabelo para o lado, mostrar o rosto em público.

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